Pochmann critica: a inflação da saúde se mostra maior que a oficial
"A cada ano, a inflação da saúde se mostra maior que a inflação oficial. Em 2017, ela foi 3,4 vezes superior e para 2018 pode ser 4,3 vezes maior que o IPCA, justamente o índice para corrigir, no máximo, o orçamento da saúde pública, após aprovação da lei de tetos por Temer", diz o economista Márcio Pochmann
247 - O economista Márcio Pochmann criticou a política econômico do governo Michel Temer, o mais rejeitado desde a redemocratização.
"A cada ano, a inflação da saúde se mostra maior que a inflação oficial. Em 2017, ela foi 3,4 vezes superior e para 2018 pode ser 4,3 vezes maior que o IPCA, justamente o índice para corrigir, no máximo, o orçamento da saúde pública, após aprovação da lei de tetos por Temer", escreveu o estudioso no Twitter.
"Impostos no Brasil são: 1 injustos socialmente (ricos pagam pouco); 2 setorialmente desigual (indústria paga mais); 3 elevada renúncia (4% do PIB ante 2% no mundo); e emaranhada legislação com diversidade de tributos de baixa arrecadação. Reforma tributária é fundamental", acrescentou.
A cada ano, a inflação da saúde se mostra maior que a inflação oficial. Em 2017, ela foi 3,4 vezes superior e para 2018 pode ser 4,3 vezes maior que o IPCA, justamente o índice para corrigir, no máximo, o orçamento da saúde pública, após aprovação da lei de tetos por Temer.
— Marcio Pochmann 1318 (@MarcioPochmann) 17 de setembro de 2018
Impostos no Brasil são: 1 injustos socialmente (ricos pagam pouco); 2 setorialmente desigual (indústria paga mais); 3 elevada renúncia (4% do PIB ante 2% no mundo); e emaranhada legislação com diversidade de tributos de baixa arrecadação. Reforma tributária é fundamental.
— Marcio Pochmann 1318 (@MarcioPochmann) 17 de setembro de 2018
