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Polícia Federal tem indícios da relação de Bolsonaro com milícias digitais antidemocráticas

Investigações da Polícia Federal aponta indícios de atuação de Bolsonaro, por isso a solicitação de compartilhamento das provas de inquéritos diferentes

Bolsonaro (Foto: Adriano Machado/Reuters)

247 - Com a autorização de compartilhamento de provas do inquérito sobre o vazamento de dados sigilosos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por Jair Bolsonaro com as investigações sobre a atuação de uma milícia digital contra a democracia e instituições, a Polícia Federal passa a investigar a relação de Jair Bolsonaro com milícias digitais responsáveis por ataques às instituições democráticas.

Com isso, já somam sete inquéritos em tramitação contra Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal, entre os quais, a suspeita de interferência indevida na PF, prevaricação na vacina Covaxin, fake news, incitação ao crime por relacionar vacina contra a Covid-19 com o desenvolvimento de Aids e vazamento de documentos sigilosos, além de um inquérito administrativo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Investigações da Polícia Federal aponta indícios de atuação de Bolsonaro, por isso a solicitação de compartilhamento das provas de inquéritos dierentes. De acordo com a PF, pessoas investigadas atribuem a Bolsonaro e outros personagens, "a ideia de articulação de um grupo amplo, tratado no contexto de investigação nº 4 (milícias digitais)".

Investigadores apontam em relatório apresentado em setembro, que o objetivo da nova linha de apuração contra Bolsonaro é identificar a relação da live presidencial "no caso de atuação de uma suposta organização criminosa em operação, escopo do INQ n° 4874 [milícias digitais], especialmente, neste caso específico, há indicação de autoria, apresentação do modo de participação dos participantes e constatação da vontade livre e consciente na produção e/ou difusão de notícias não verdadeiras".

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