Pozzobon diz que Lula usou morte do neto como estratégia para se humanizar, "como se fosse possível no caso dele"

Novos diálogos dos integrantes da força-tarefa da Lava- Jato demonstram a frieza e a insensibilidade dos membros da operação acerca da ida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do neto Arthur Lula da Silva, de 7 anos, falecido no dia 1 de março deste ano. Para o procurador Roberson Pozzobon, Lula estava tentando utilizar a morte do neto como “uma estratégia para se humanizar”. “Como se fosse possível no caso dele”, completou em seguida

(Foto: Reprodução | Ricardo Stuckert)

247 - Os novos diálogos dos integrantes da força-tarefa da Lava- Jato revelados pelo site The Intercept, em parceria com o UOL,  demonstram a frieza e a insensibilidade dos membros da operação acerca da ida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao velório do neto Arthur Lula da Silva, de 7 anos, falecido no dia 1 de março deste ano (Leia no Brasil 247). De acordo com as mensagens vazadas, o procurador Roberson Pozzobon disse que Lula estava tentando utilizar a morte do neto como “uma estratégia para se humanizar”. “Como se fosse possível no caso dele”, completou em seguida (Leia no Brasil 247). 

O comentário de Pozzobon foi feito logo após um dos coordenadores da operação, o procurador Deltan Dallagnol, postar dois links do portal UOL com notícias sobre o velório de Arthur e de uma ligação feita pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que telefonou para Lula durante o velório para prestar condolências. 

Após a postagem de Pozzobon, Dallagnol escreveu que “a estratégia” era outra. “Estratégia para amploar base na esquerda q ê sua aliada desde a questão da execução provisória. Ele pensa no Senado”, postou. A procuradora Jerusa Vieceli complementou o bloco de comentários ao afirmar que “Gilmar não dá ponto sem nó”. 

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