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PP e PSL estudam fusão para abocanhar maior parte do fundão bilionário de Bolsonaro

Criação do partido do centrão, que nasceria com mais de 100 parlamentares, encontra entrave na filiação de Bolsonaro, que é rejeitado por ala do PSL, partido pelo qual foi eleito em 2018

Bolsonaro com políticos do PP, partido do "Centrão". Da direita para a esquerda: Ricardo Barros, Ciro Nogueira e Arthur Lira (Foto: Reprodução)

Revista Fórum - Após ganhar o comando do governo com o presidente da sigla, Ciro Nogueira, no Ministério da Casa Civil, o PP negocia uma fusão com o PSL para que os dois partidos possam abocanhar a maior parte do fundo eleitoral que deve ser reajustado dos atuais R$ 1,8 bilhão para R$ 4 bilhões por Jair Bolsonaro (Sem partido).

Segundo reportagem de Andrea Jubé e Marcelo Ribeiro, na edição desta quarta-feira (18) do Valor Econômico, os dois partidos, que juntos têm mais de 100 parlamentares no Congresso, estudam a criação de um superpartido para controlar o centrão, recebendo a maior fatia dos fundos partidário e eleitoral.

Leia a íntegra na Fórum.

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