Preço mundial dos alimentos sobe 8,2% em 2017, diz FAO

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que os preços mundiais dos alimentos aumentaram 8,2% em 2017 na comparação com 2016, atingindo seu maior valor anual desde 2014, em um índice compilado pela FAO; segundo o economista da instituição Abdolreza Abbassian, a forte demanda deve sustentar os preços mundiais dos alimentos em 2018, apesar de que a situação política nos países produtores de petróleo e as negociações comerciais internacionais podem gerar maior volatilidade

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que os preços mundiais dos alimentos aumentaram 8,2% em 2017 na comparação com 2016, atingindo seu maior valor anual desde 2014, em um índice compilado pela FAO; segundo o economista da instituição Abdolreza Abbassian, a forte demanda deve sustentar os preços mundiais dos alimentos em 2018, apesar de que a situação política nos países produtores de petróleo e as negociações comerciais internacionais podem gerar maior volatilidade
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que os preços mundiais dos alimentos aumentaram 8,2% em 2017 na comparação com 2016, atingindo seu maior valor anual desde 2014, em um índice compilado pela FAO; segundo o economista da instituição Abdolreza Abbassian, a forte demanda deve sustentar os preços mundiais dos alimentos em 2018, apesar de que a situação política nos países produtores de petróleo e as negociações comerciais internacionais podem gerar maior volatilidade (Foto: Leonardo Lucena)

247- A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) informou que os preços mundiais dos alimentos aumentaram 8,2% em 2017 na comparação com 2016, atingindo seu maior valor anual desde 2014, em um índice compilado pela FAO. Segundo o economista da instituição Abdolreza Abbassian, a forte demanda deve sustentar os preços mundiais dos alimentos em 2018, apesar de que a situação política nos países produtores de petróleo e as negociações comerciais internacionais podem gerar maior volatilidade.

Os alimentos nos mercados internacionais ainda estão 24% abaixo das máximas de 2011, e continua alta a oferta de muitas commodities que compõe o índice da FAO (carne, produtos lácteos, cereais, oleaginosas e açúcar).

"O sentimento geral é que sabemos quais são os suprimentos e não há desculpas para pensar que a demanda poderá enfraquecer. Então há um impulso a ser construído", afirmou Abbassian.

O indicador da FAO subiu em 2017, mesmo com uma queda de 3,3% em dezembro em relação a novembro, com recuo acentuado nos preços de produtos lácteos, óleos vegetais e açúcar.

 

 

 

 

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