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Preferido do clã Bolsonaro para PGR disse ter artrose para não devolver dinheiro ganho indevidamente

Escolhido por Flávio Bolsonaro para assumir a PGR, o subprocurador Antônio Carlos Simões Soares alegou que agiu de boa-fé ao receber indevidamente R$ 74 mil de licença-prêmio e apresentou um laudo que diagnosticava uma artropatia que causa uma limitação para escrever

Preferido do clã Bolsonaro para PGR disse ter artrose para não devolver dinheiro ganho indevidamente
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247 - Escolhido por Flávio Bolsonaro para assumir a Procuradoria-Geral da República, o Subprocurador Antônio Carlos Simões Soares alegou que agiu de boa-fé ao receber indevidamente R$ 74 mil de licença-prêmio.

Um dos argumentos apresentados por ele no Supremo Tribunal Federal para tentar não ser obrigado a devolver o dinheiro que recebeu por conta de um erro no sistema, foi que era um idoso e que tem uma artropatia que causa uma limitação para escrever.

O argumento não prosperou no Supremo e ele foi derrotado, tendo o seu pedido negado pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Simões justificou ainda que recebeu os recursos de boa-fé e, por isso, não seria obrigado a devolver o dinheiro. A defesa anexou um laudo médico que afirma que ele é um idoso com grave enfermidade: artrose.

“[O] sr. Antonio Carlos Martins Soares portador de artropatia […] artrose nas mãos e pés que causam limitações funcionais para escrever, exercícios, atividades manuais, de marcha e de locomoção”, diz trecho do laudo.

Simões chegou a se aposentar computando o tempo em que foi advogado, mas teve que retornar ao Ministério Público por ordem do TCU.

A informação é do site BuzzFeed.