Presidente da Ajufe diz que conversas de Dallagnol sobre Toffoli apontam ‘fato muito grave’

O presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Fernando Mendes, afirmou que “se as conversas divulgadas pela Folha de S.Paulo realmente aconteceram, o fato é muito grave”; nas conversas pelo aplicativo Telegram, o procurador Deltan Dallagnol incentivou sigilosamente colegas em Brasília e Curitiba a investigar o ministro Dias Toffoli

Ministro do STF, que atualmente responde pela Presidência do TSE, argumenta que a cidadania e o voto não são exercidos por empresas, mas por cidadãos; em artigo publicado neste domingo, o coordenador geral das eleições advoga uma ampla reforma no sistema eleitoral que inclua o fim das coligações para o pleito proporcional, cláusula de barreira e redução do tempo de campanha e da propaganda gratuita no rádio e na TV; para ele, os resultados das eleições para a Câmara dos Deputados, onde 28 partidos obtiveram assentos, são preocupantes: "Revelam séria fragmentação política e desfavorecem a governabilidade"
Ministro do STF, que atualmente responde pela Presidência do TSE, argumenta que a cidadania e o voto não são exercidos por empresas, mas por cidadãos; em artigo publicado neste domingo, o coordenador geral das eleições advoga uma ampla reforma no sistema eleitoral que inclua o fim das coligações para o pleito proporcional, cláusula de barreira e redução do tempo de campanha e da propaganda gratuita no rádio e na TV; para ele, os resultados das eleições para a Câmara dos Deputados, onde 28 partidos obtiveram assentos, são preocupantes: "Revelam séria fragmentação política e desfavorecem a governabilidade" (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Fernando Mendes, afirmou que “se as conversas divulgadas pela Folha de S.Paulo realmente aconteceram, o fato é muito grave”. Nas conversas pelo aplicativo Telegram, o procurador Deltan Dallagnol incentivou sigilosamente colegas em Brasília e Curitiba a investigar o ministro Dias Toffoli.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca trecho na nota da Ajufe: "a Lei Orgânica da Magistratura deixa claro que apenas o Poder Judiciário pode investigar os seus membros. O mesmo acontece no Ministério Público da União, cuja Lei Complementar estabelece que apenas a PGR pode investigar seus integrantes."

A nota prossegue: "se havia qualquer indício de crime praticado por ministros, caberia à Procuradoria-Geral da República representar para que os tribunais superiores fizessem as apurações devidas, e jamais realizar ou estimular investigações paralelas em flagrante desrespeito ao devido processo legal.”

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247