Presos na Operação Abismo são da família de aliado de Marina

Eduardo e Roberto Capobianco, donos da construtora Construcap CCPS Engenharia e Comércio e irmãos de João Paulo Capobianco, que foi coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência em 2014, foram presos temporariamente na 31ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Abismo; Construcap é uma das empresas integrantes do Consórcio Novo Cenpes, que é investigado pela pagamento de R$ 39 milhões em propinas ligadas às obras de ampliação do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), no Rio de Janeiro; João Paulo não participa formalmente dos negócios da empresa da família

Eduardo e Roberto Capobianco, donos da construtora Construcap CCPS Engenharia e Comércio e irmãos de João Paulo Capobianco, que foi coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência em 2014, foram presos temporariamente na 31ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Abismo; Construcap é uma das empresas integrantes do Consórcio Novo Cenpes, que é investigado pela pagamento de R$ 39 milhões em propinas ligadas às obras de ampliação do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), no Rio de Janeiro; João Paulo não participa formalmente dos negócios da empresa da família
Eduardo e Roberto Capobianco, donos da construtora Construcap CCPS Engenharia e Comércio e irmãos de João Paulo Capobianco, que foi coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência em 2014, foram presos temporariamente na 31ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Abismo; Construcap é uma das empresas integrantes do Consórcio Novo Cenpes, que é investigado pela pagamento de R$ 39 milhões em propinas ligadas às obras de ampliação do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), no Rio de Janeiro; João Paulo não participa formalmente dos negócios da empresa da família (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Os donos da construtora Construcap CCPS Engenharia e Comércio, Eduardo e Roberto Capobianco, irmãos de João Paulo Capobianco, que foi coordenador da campanha de Marina Silva à Presidência em 2014, foram presos temporariamente na 31ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Abismo. João Paulo não participa dos negócios da empresa da família.

A Construcap é uma das empresas integrantes do Consórcio Novo Cenpes, que é investigado pela pagamento de R$ 39 milhões em propinas ligadas às obras de ampliação do Centro de Pesquisas da Petrobrás (Cenpes), no Rio de Janeiro.

Segundo os investigadores, foram identificados repasses de cerca de R$ 2 milhões da Construcap para a empresa Legend Engenheiros Associados. A Legend é apontada como um das integrantes do esquema de lavagem de dinheiro do lobista Adir Assad – preso durante a Operação Saqueador, e operador de propinas da Delta Engenharia.

Roberto Capobianco também foi citado em depoimentos de delação premiada como sendo o representante da Construcap"nas reuniões realizadas para indevido loteamento de obras da Petrobrás que resultou no direcionamento da obra do Cenpes".

Já Eduardo Capobianco foi citado pelo ex-gerente de Engenharia da Petrobras Pedro Barusco como sendo um dos contatos do operador de propinas Mário Góes.

 

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