Primo de Carluxo vira caçador de comunistas

Assessor parlamentar de senador do DEM, Léo Índio tem atuado como "espião" do governo, visitando estados administrados por partidos de esquerda e preparando dossiês de "infiltrados e comunistas” nos órgãos federais

leo-indio-carlos-bolsonaro.jpg
leo-indio-carlos-bolsonaro.jpg
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Revista Fórum - Léo Índio, assessor parlamentar e primo dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, tem extrapolado suas funções como assessor do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice líder do governo, e atuado como “espião” do governo. Índio viajou para os estados comandados por governadores da oposição e preparado dossiês de “infiltrados e comunistas” nos órgãos federais.

Com 58 visitas ao Planalto nos 45 primeiros dias do governo Bolsonaro, segundo Renato Onofre do Estadão, Índio possui carta branca para encontrar-se com o presidente. Por vontade própria, o assessor viaja para estados à procura de “alvos incompatíveis” com a administração federal. De maneira amadora, cruza dados e busca identificar a quem um servidor comissionado está ligado.

Durante a ditadura militar no Brasil, simpatizantes do regime montaram o que ficou conhecido como Comando de Caça aos Comunistas (CCC), uma organização paramilitar de extrema direita para perseguir inimigos. Fundado pelo policial civil e estudante de Direito Raul Nogueira de Lima, que se tornaria um torturador no DOPS conhecido como “Raul Careca”, o CCC foi chefiado pelo advogado João Marcos Monteiro Flaquer e recebia treinamento do Exército Brasileiro.

Confira a reportagem completa na Revista Fórum. 

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247