Professores fazem contraproposta ao governo

Entidades não aceitaram a proposta do governo de reajuste de no mínimo 25% e máximo 40%; Ministério da Educação informa que negociações estão encerradas e plano "busca a valorização da dedicação exclusiva e da titulação dos docentes"

Professores fazem contraproposta ao governo
Professores fazem contraproposta ao governo (Foto: Divulgação)

Agência Brasil - Um grupo de representantes do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) foi recebido no Palácio do Planalto, por funcionários da Secretaria-Geral da Presidência da República. Eles protocolaram uma contraproposta dos professores e pediram a reabertura das negociações, encerradas desde o dia 3 de agosto pelo governo, que assinou acordo com o Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), entidade que representa a minoria dos docentes.

As entidades de classe que reúnem a maioria, o Andes-SN e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), rejeitaram a proposta governamental de reajuste de 20% a 45%. Ontem (23), a presidenta do Andes-SN, Marinalva de Oliveira, também esteve no Ministério do Planejamento para protocolar a contraproposta e informou, na ocasião, que a categoria abre mão de aumento e dá preferência à reestruturação da carreira.

Nesta sexta-feira, o Ministério da Educação reafirmou, por meio de nota, que as negociações com os professores das instituições federais de ensino estão encerradas. O MEC afirma que o acordo assinado com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições de Ensino Superior (Proifes), que representa parte dos professores, "busca a valorização da dedicação exclusiva e da titulação dos docentes".

De acordo com a nota, as entidades que não aderiram ao acordo - Andes-SN e Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) - podem fazê-lo a qualquer momento. A oferta do governo prevê reajuste mínimo de 25% e máximo de 40% para os professores.

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