PT denuncia armação contra o partido após o caso PCC

O PT, presidido pela deputada Gleisi Hoffmann (PR), emitiu uma nota em repúdio à declaração de uma liderança do PCC interceptada pela PF. Segundo esta pessoa, a facção tinha um "diálogo cabuloso" com o partido. "Esta é mais uma armação como tantas outras forjadas contra o PT, e vem no momento em que a Polícia Federal está subordinada a um ministro acuado pela revelação de suas condutas criminosas", diz a nota do partido em referência ao ministro Sérgio Moro

(Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados)

247 - O PT emitiu uma nota em repúdio à declaração de uma liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) interceptada pela Polícia Federal (PF). Segundo esta pessoa, a facção tinha um "diálogo cabuloso" com o Partido dos Trabalhadores (PT), segundo documentos obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo

"Esta é mais uma armação como tantas outras forjadas contra o PT, e vem no momento em que a Polícia Federal está subordinada a um ministro acuado pela revelação de suas condutas criminosas", diz a nota do partido. "Quem dialogou e fez transações milionárias com criminosos confessos não foi o PT, foi o ex-juiz Sergio Moro, para montar uma farsa judicial contra o ex-presidente Lula com delações mentirosas e sem provas. É Moro que deve se explicar à Justiça e ao país pelas graves acusações que pesam contra ele", acrescenta.

As gravações telefônicas foram captadas pela Operação Cravada, que mira o núcleo financeiro do PCC. 


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