'Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho?', diz Bolsonaro sobre Geisel
Defensor da ditadura militar e de torturadores, o deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato a presidente, minimizou o teor do relatório da CIA que diz que o general Ernesto Geisel tinha conhecimento e autorizou o assassinato de centenas de seus opositores durante a Ditadura Militar; "Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e, depois, se arrependeu", disse Bolsonaro, em entrevista à da Rádio Super Notícia 91,7 FM; "Quantas vezes você falou num canto ali que tem que 'matar mesmo', 'tem que bater', 'tem que dar canelada'. Ele deve ter ouvido uma conversa como esta, fez um relatório e mandou. Agora, cadê os 104 mortos?", comentou
247 - Defensor da ditadura militar e de torturadores, o deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PSL, minimizou o teor do relatório da CIA, tornado público nesta quinta-feira (10), que diz que o general Ernesto Geisel tinha conhecimento e autorizou o assassinato de centenas de seus opositores durante o período da Ditadura Militar no Brasil.
"Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e, depois, se arrependeu", disse Bolsonaro, em entrevista à da Rádio Super Notícia 91,7 FM. "O que pode ter acontecido com este agente da CIA? Quantas vezes você falou num canto ali que tem que 'matar mesmo', 'tem que bater', 'tem que dar canelada'. Ele deve ter ouvido uma conversa como esta, fez um relatório e mandou. Agora, cadê os 104 mortos?", comentou.
Bolsonaro estranhou o momento em que o relatório foi divulgado. "Cortaram na carne. Um capitão está para chegar lá. É o momento. Foi o memorando de um agente, que a imprensa não divulgou. É um historiador que diz que leu isso e não mostrou", destacou.
Assista à entrevista de Bolsonaro: