Registro de arma de caça, como a que matou Bruno e Dom, triplica no governo Bolsonaro

O número de armas de caça passou de 7,6 mil em dezembro de 2018 para 29,5 mil no mesmo mês do ano passado

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(Foto: Reuters/Diego Vara)


247 - Registros de armas de caça mais que triplicaram desde o início do governo Jair Bolsonaro. O número dessas armas passou de 7,6 mil em dezembro de 2018 para 29,5 mil no mesmo mês do ano passado, apontou Carlos Madeiro, do UOL. 

Entre 2019 e 2021, foram registradas 51.117 armas de caçadores -- 44,8% a mais que a soma de todos os registros feitos (35.308) nos 16 anos anteriores. Os números levam em conta a expedição de CRAFs (certificados de registro de arma de fogo) do Exército, que controla as atividades do grupo chamado CACs (caçadores, atiradores e colecionadores). 

Segundo o pesquisador Aiala Colares, da UEPA (Universidade do Estado do Pará) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o aumento na quantidade de armas resultou na expansão do crime organizado em regiões como a Amazônia. 

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"Temos que considerar que essa explosão do registro de armas favoreceu uma exposição maior aos crimes de biopirataria, caças e pescas ilegais, bem como o surgimento de grupos armados em áreas de garimpo ilegal", disse ele.

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Armas de caça, por exemplo, foram utilizadas no assassinato chocante do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips, no Vale do Javari, no Amazonas.

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Os cinco principais tipos de armas registradas pelos caçadores são espingardas, revólveres, fuzis, pistolas e carabinas, que respondem por mais de 95% do acervo no país. 

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