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Renan Santos detona "discurso patético" de Moro contra a corrupção

Ex-juiz suspeito se desmoraliza até na direita após defender o esquema que envolve Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro

Renan Santos detona "discurso patético" de Moro contra a corrupção (Foto: Brasil 247)
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247 - O coordenador nacional do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, fez duras críticas ao senador Sergio Moro (União Brasil-PR) após o ex-juiz da Lava Jato voltar a defender um discurso de combate à corrupção nas redes sociais. A declaração foi publicada no X e repercutiu amplamente entre usuários da plataforma. As informações foram originalmente divulgadas na própria rede social.

A polêmica começou depois que Moro anunciou uma proposta para criar uma “agência anticorrupção” no Paraná. “Criaremos uma ‘agência anticorrupção’ no Paraná, a primeira do país, e o diretor terá mandato fixo para bem realizar o seu trabalho. Será nossa super CGU, independente e empoderada. Combater a corrupção significa mais dinheiro para saúde e educação”, escreveu o senador.

A publicação, no entanto, provocou reação imediata de Renan Santos, que acusou Moro de agir com hipocrisia ao tentar recuperar a imagem de símbolo anticorrupção. “Cara, só para de fingir que você liga pra isso. Você passou pano pro Vorcaro e pro Flavio. Sua situação é patética”, afirmou o dirigente do MBL.

A crítica faz referência às acusações de complacência de Moro em relação ao empresário Daniel Vorcaro e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nos comentários da publicação, diversos usuários reforçaram as acusações de incoerência envolvendo o ex-juiz.

“Moro virou só uma cadela do bolsonarismo que patético”, escreveu um perfil. Outro internauta afirmou: “Puro populismo. Esse Moro é uma vergonha”.

A repercussão negativa atingiu também a proposta da chamada “agência anticorrupção”, que foi alvo de questionamentos sobre sua independência política. “Já sabemos q essa agência n vai investigar qm for do lado do governo”, comentou um usuário da plataforma.