Renan sinaliza que não irá acelerar votação do pacote contra corrupção

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), demonstrou nesta quarta (30) concordância com as manobras feitas pelos deputados na votação do projeto que desfigurou as medidas anticorrupção do Ministério Público, mas não sinalizou nenhum esforço de sua parte para acelerar a tramitação da proposta na Casa; "O pacote estava fadado a receber o tratamento que recebeu. É muito difícil conjugar estado democrático de direito com aquelas medidas", afirmou o senador; Renan é crítico das medidas do MP

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), demonstrou nesta quarta (30) concordância com as manobras feitas pelos deputados na votação do projeto que desfigurou as medidas anticorrupção do Ministério Público, mas não sinalizou nenhum esforço de sua parte para acelerar a tramitação da proposta na Casa; "O pacote estava fadado a receber o tratamento que recebeu. É muito difícil conjugar estado democrático de direito com aquelas medidas", afirmou o senador; Renan é crítico das medidas do MP
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), demonstrou nesta quarta (30) concordância com as manobras feitas pelos deputados na votação do projeto que desfigurou as medidas anticorrupção do Ministério Público, mas não sinalizou nenhum esforço de sua parte para acelerar a tramitação da proposta na Casa; "O pacote estava fadado a receber o tratamento que recebeu. É muito difícil conjugar estado democrático de direito com aquelas medidas", afirmou o senador; Renan é crítico das medidas do MP (Foto: Valter Lima)

247 -  O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), demonstrou nesta quarta-feira (30) concordância com as manobras feitas pelos deputados na votação do projeto que desfigurou as medidas anticorrupção do Ministério Público, mas não sinalizou nenhum esforço de sua parte para acelerar a tramitação da proposta na Casa. "O pacote estava fadado a receber o tratamento que recebeu. É muito difícil conjugar estado democrático de direito com aquelas medidas", afirmou o senador.

Renan é crítico das medidas. Para o senador, elas seriam "defensáveis no fascismo". "Mas no regime democrático, não se pode propor teste de integridade, reportante do bem, fim do habeas corpus, validação de prova ilícita", defendeu.

Além das críticas que o senador já vinha fazendo às medidas, uma das emendas aprovadas pelos deputados já é parte de uma proposta encampada por Renan, a do abuso de autoridade. Ele defendeu a necessidade de uma longa discussão do pacote, com audiências públicas e afirmou que também irá despachar as propostas anticorrupção para as comissões permanentes da Casa. 

 

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