Renúncia de Dilma vai orientar atuação do PSDB

Secretário nacional da legenda, deputado Silvio Torres (PSDB-SP), afirmou que a defesa da renúncia da presidente, feita nessa segunda-feira pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deve ser adotada como linha principal de atuação do PSDB a partir de agora, inclusive no Congresso; "O texto de Fernando Henrique Cardoso unificou o partido e pacificou o discurso. Essa linha deve orientar a legenda", disse; FHC disse que a renúncia seria um "gesto de grandeza" da presidente

Secretário nacional da legenda, deputado Silvio Torres (PSDB-SP), afirmou que a defesa da renúncia da presidente, feita nessa segunda-feira pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deve ser adotada como linha principal de atuação do PSDB a partir de agora, inclusive no Congresso; "O texto de Fernando Henrique Cardoso unificou o partido e pacificou o discurso. Essa linha deve orientar a legenda", disse; FHC disse que a renúncia seria um "gesto de grandeza" da presidente
Secretário nacional da legenda, deputado Silvio Torres (PSDB-SP), afirmou que a defesa da renúncia da presidente, feita nessa segunda-feira pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deve ser adotada como linha principal de atuação do PSDB a partir de agora, inclusive no Congresso; "O texto de Fernando Henrique Cardoso unificou o partido e pacificou o discurso. Essa linha deve orientar a legenda", disse; FHC disse que a renúncia seria um "gesto de grandeza" da presidente (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O secretário nacional do PSDB, deputado federal Silvio Torres (PSDB-SP), afirmou nesta terça-feira, 18, que a defesa da renúncia da presidente Dilma Rousseff, feita nessa segunda-feira, 17, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deve ser adotada como linha principal de atuação a partir de agora do PSDB, inclusive no Congresso Nacional.

"O texto de Fernando Henrique Cardoso unificou o partido e pacificou o discurso. Essa linha deve orientar a legenda", afirmou Torres. No texto, FHC disse que a renúncia seria um "gesto de grandeza" da presidente e fez um esforço para alinhar o discurso dos líderes tucanos (leia mais).

A linha adotada por FHC é o principal tema em discussão na reunião do grupo de análise estratégica do PSDB, promovida nesta terça, em Brasília. O objetivo do encontro é alinhar a mensagem do ex-presidente tucano com o discurso das bancadas do partido na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Pouco depois de divulgar sua mensagem nas redes sociais, o ex-presidente reuniu em seu apartamento, em São Paulo, os dois líderes que despontam como opções do PSDB para a próxima eleição presidencial: o senador mineiro Aécio Neves e o governador paulista, Geraldo Alckmin.
Há duas semanas, aliados de Aécio defenderam a renúncia de Dilma e do vice-presidente Michel Temer e a realização de nova eleição.

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