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Réu da Lava Jato morre e defesa pede extinção de punição

O executivo da OAS João Alberto Lazzari, réu da Operação Lava Jato juntamente com outros executivos e diretores de empreiteiras, faleceu no dia 31 de maio, em razão de um câncer no estômago; a morte de Lazzari, que respondia pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi comunicada ontem à Justiça Federal do Paraná; agora, a defesa pede a extinção da punibilidade do réu

O executivo da OAS João Alberto Lazzari, réu da Operação Lava Jato juntamente com outros executivos e diretores de empreiteiras, faleceu no dia 31 de maio, em razão de um câncer no estômago; a morte de Lazzari, que respondia pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi comunicada ontem à Justiça Federal do Paraná; agora, a defesa pede a extinção da punibilidade do réu (Foto: Paulo Emílio)

247 - O executivo da OAS, João Alberto Lazzari, réu da Operação Lava Jato juntamente com outros executivos e diretores de empreiteiras, faleceu no último dia 31 de maio, em razão de um câncer. A morte de Lazzari, que respondia pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi comunicada à Justiça Federal do Paraná no início desta semana. Agora, a sua defesa pede a extinção da punibilidade do réu.

Lazzari, que tinha 63 anos, foi acusado de ser o representante da OAS em contratos firmados com empresas de fachada pertencentes ao doleiro Alberto Youssef. Os contratos serviriam para lavar o dinheiro desviado de obras da Petrobras que posteriormente era utilizado no pagamento de propinas e favores.

Lazzari, que sempre negou as acusações, faleceu no Hospital Sírio Libanês por complicações derivadas de um câncer no estômago. Ele foi sepultado no cemitério do município de Anta Gorda (RS).