Roraima terá gabinete de emergência para crise de refugiados venezuelanos

Governo de Roraima pretende criar uma espécie de "gabinete de emergência" para lidar com a crise decorrente do fluxo migratório de venezuelanos que atravessam a fronteira rumo ao Brasil em busca de melhores condições de vida; estimativa é que pelo menos 30 mil venezuelanos tenham ingressado no país desta maneira; situação tende a se agravar em função das dificuldades financeiras pelas quais passa o Estado

Governo de Roraima pretende criar uma espécie de "gabinete de emergência" para lidar com a crise decorrente do fluxo migratório de venezuelanos que atravessam a fronteira rumo ao Brasil em busca de melhores condições de vida; estimativa é que pelo menos 30 mil venezuelanos tenham ingressado no país desta maneira; situação tende a se agravar em função das dificuldades financeiras pelas quais passa o Estado
Governo de Roraima pretende criar uma espécie de "gabinete de emergência" para lidar com a crise decorrente do fluxo migratório de venezuelanos que atravessam a fronteira rumo ao Brasil em busca de melhores condições de vida; estimativa é que pelo menos 30 mil venezuelanos tenham ingressado no país desta maneira; situação tende a se agravar em função das dificuldades financeiras pelas quais passa o Estado (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governo de Roraima pretende criar uma espécie de "gabinete de emergência" para lidar com a crise decorrente do fluxo migratório de venezuelanos que atravessam a fronteira rumo ao Brasil em busca de melhores condições de vida. A estimativa é que pelo menos 30 mil venezuelanos tenham ingressado no país desta maneira.

O gabinete deverá contar com a participação de diversas secretarias estaduais, além de representantes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil. De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, a governadora Suely Campos deverá cobrar um maior envolvimento do governo federal no tratamento da crise.

A situação, porém, tende a se agravar em função das dificuldades financeiras pelas quais passa o Estado. O governo já adiantou eu pretende adotar medidas semelhantes às tomadas pelo Rio Grande do Sul, como o parcelamento de salários do funcionalismo público.

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