Rosemary pediu favor a chefe da PF

Ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo queria que Leandro Daiello ajudasse o marido a se liberar de fiscalizações no aeroporto de Miami; e-mail foi encaminhado um mês antes de ser indiciada na Operação Porto Seguro da PF

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247 - A ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha chegou a pedir ajuda até para o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, menos de um mês antes de estourar a Operação Porto Seguro.
Rosemary foi indiciada sob a acusação de tráfico de influência, corrupção passiva e formação de quadrilha.

Se apresentando como ex-chefe de gabinete desde a gestão Lula, ela teria pedido ajuda ao diretor da PF para liberar seu marido, João Oliveira, das fiscalizações quando desembarcava nos EUA por Miami.

Daiello sugeriu que o pedido fosse enviado por e-mail, para acrescentar o possível tráfico de influência à lista que já pesava contra ela.

Em outra manobra frustrada, Rosemary usou contatos no Banco do Brasil para tentar obter crédito de R$ 48 milhões para empresa ligada ao grupo investigado pela Polícia Federal.

O Formitex já tinha uma linha de crédito do BB de R$ 85 milhões é do sogro do empresário Carlos César Floriano, preso pela Polícia Federal na operação.

O negócio nunca saiu.

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