Salles diz que índio morto no Amapá "bebeu uma cachacinha e morreu afogado"

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que a associação entre a escuridão na cidade de São Paulo e as queimadas na Amazônia é fake news. Ele também disse que a morte do líder indígena Emyra Waiãpi, no Amapá, não foi executada por garimpeiros e que o índio bebeu cachaça e morreu afogado.

(Foto: Mídia NINJA/Douglas Freitas/Cobertura Colaborativa)

247 - O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que a associação entre a escuridão na cidade de São Paulo e as queimadas na Amazônia é fake news. Ele também disse que a morte do líder indígena Emyra Waiãpi, no Amapá, não foi executada por garimpeiros e que o índio bebeu cachaça e morreu afogado. 

Ele disse: "o falecimento, o triste falecimento de uma liderança indígena que alguns órgãos de imprensa se apressaram em dizer que foram garimpeiros que invadiram uma reserva e saíram matando todo mundo, depois descobriu que o índio tinha bebido uma cachacinha e caiu no rio afogado. Esse sensacionalismo irresponsável na área ambiental não contribui para as melhores práticas e para a defesa efetiva das questões importantes do nosso país."

O ministro ainda afirmou: "aproveito para comentar a fumaça ou aquela escuridão que deu ontem na cidade de São Paulo e que alguns disseram que é a fumaça da Amazônia que encobriu a cidade. Essa afirmação parece até um vídeo que vi, um mês atrás, de um helicóptero do Ibama sendo recebido a tiros e, depois, meia hora depois, mostrou um menino que tinha feito uma montagem."

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