'São detritos da mesma lixeira política', diz Bohn Gass sobre possível aliança entre Temer e Moro

“Faz sentido, afinal, o golpe que levou Temer ao poder, deve boa parte de suas falsas justificativas ao trabalho sujo do ex-juiz”, comentou o deputado federal Bohn Gass (PT)

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(Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados | ABr)


247 - O deputado federal Bohn Gass (PT) comentou a possível aliança entre o ex-presidente golpista Michel Temer (MDB) e o ex-juiz parcial Sergio Moro (Podemos), nas redes sociais.

“Temer confirma: foi procurado pela turma do Moro, que anda desesperado atrás de apoio. Faz sentido, afinal, o golpe que levou Temer ao poder, deve boa parte de suas falsas justificativas ao trabalho sujo do ex-juiz. São detritos da mesma lixeira política”, comentou no Twitter.

Com dificuldades para formar alianças, o ex-juiz Sergio Moro, declarado parcial e suspeito pela suprema corte brasileira, e responsável pela destruição de 4,4 milhões de empregos, segundo o Dieese, agora quer se aliar com ninguém menos do que Michel Temer, político que exerceu o poder após o golpe de 2016 e que simboliza a corrupção da chamada "velha política". É o que informa a colunista Bela Megale, do Globo.

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"Aliados de Sergio Moro procuraram o ex-presidente Michel Temer para marcar uma conversa entre ele e o ex-juiz da Lava-Jato. Temer admitiu nos bastidores que houve a sondagem e disse a interlocutores que o encontro deve acontecer 'mais para frente'. Houve a sugestão para que a reunião fosse realizada nesta semana, mas não foi possível por incompatibilidade da agenda de ambos. A presidente do Podemos, a deputada federal Renata Abreu (SP), é hoje uma das principais articuladoras políticas da campanha de Moro à Presidência da República. Em um esforço para ampliar a rede de diálogos do ex-juiz, a parlamentar tem feito contatos com o MDB, partido de Temer", escreve a jornalista.

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"O ex-presidente chegou a ser preso em 2019 em desdobramentos da Lava-Jato. A ordem de prisão não teve relação com Moro e foi expedida pelo juiz da 7a. Vara Federal do Rio, Marcelo Bretas, na investigação que apurou crimes envolvendo a Eletronuclear", lembra ainda a jornalista.

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