Senadora repudia invasão da PM na UFRN

Policiais entraram na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sem autorização da reitora com o argumento de que era necessário dar proteção a um grupo que via um filme de Olavo de Carvalho; senadora Fátima Bezerra (PT-RN) pediu rigor na apuração da operação; "Não questiono a livre manifestação ideológica, mas não podemos aceitar que setores, ainda mais no âmbito da comunidade acadêmica, venham a ferir sua soberania. É nosso dever defendê-la"

Policiais entraram na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sem autorização da reitora com o argumento de que era necessário dar proteção a um grupo que via um filme de Olavo de Carvalho; senadora Fátima Bezerra (PT-RN) pediu rigor na apuração da operação; "Não questiono a livre manifestação ideológica, mas não podemos aceitar que setores, ainda mais no âmbito da comunidade acadêmica, venham a ferir sua soberania. É nosso dever defendê-la"
Policiais entraram na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) sem autorização da reitora com o argumento de que era necessário dar proteção a um grupo que via um filme de Olavo de Carvalho; senadora Fátima Bezerra (PT-RN) pediu rigor na apuração da operação; "Não questiono a livre manifestação ideológica, mas não podemos aceitar que setores, ainda mais no âmbito da comunidade acadêmica, venham a ferir sua soberania. É nosso dever defendê-la" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - A Polícia Militar do Rio Grande do Norte realizou uma ação dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sem autorização da reitoria, com o argumento de que era necessário dar proteção a um grupo que participava da exibição do documentário "O Jardim das Aflições", do filósofo reacionário Olavo de Carvalho.

A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) defendeu que o episódio seja devidamente apurado com o rigor da lei e os esclarecimentos devem sejam prestados não só à UFRN, mas à própria sociedade.

“É inconcebível que um ato autoritário e de extrema gravidade como este ocorra no âmbito de uma Universidade como a UFRN. Isso fere a soberania da instituição”, criticou.

“Não questiono a livre manifestação ideológica. A Universidade é o espaço para o pluralismo de ideias. Mas não podemos aceitar que setores, ainda mais no âmbito da comunidade acadêmica, venham a ferir sua soberania. É nosso dever defendê-la”, acrescentou a senadora.

A Associação dos Docentes da UFRN (Adurn) também repudiou o episódio, em nota.

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