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Brasil

Sindicalistas vão às ruas contra a terceirização

Manifestações acontecem em várias cidades do País nesta sexta-feira 29; em São Paulo, um grupo concentrou-se, desde as 6h, na Ponte das Bandeiras, sobre a Marginal Tietê; às 9h, eles iniciaram a caminhada que deve terminar no Parque Dom Pedro, no centro da cidade, próximo à prefeitura

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Manifestações acontecem em várias cidades do País nesta sexta-feira 29; em São Paulo, um grupo concentrou-se, desde as 6h, na Ponte das Bandeiras, sobre a Marginal Tietê; às 9h, eles iniciaram a caminhada que deve terminar no Parque Dom Pedro, no centro da cidade, próximo à prefeitura (Foto: Gisele Federicce)
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Fernanda Cruz - Repórter da Agência Brasil

A manifestação das centrais sindicais contra o projeto de lei que regulamenta as atividades de terceirização no país e contra o ajuste fiscal interdita, neste momento, a Avenida do Estado, sentido centro, na capital paulista. O grupo concentrou-se, desde as 6h, na Ponte das Bandeiras, sobre a Marginal Tietê. Às 9h, eles iniciaram a caminhada que deve terminar no Parque Dom Pedro, no centro da cidade, próximo à prefeitura.

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De acordo com as lideranças, cerca de 500 pessoas participam da manifestação. A Polícia Militar faz uma estimativa de 200 manifestantes. Eduardo Chicão, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores da Energia, Água e Meio Ambiente (Fenatema), disse que o projeto da terceirização, que encontra-se atualmente no Senado, poderá precarizar o trabalho no país.

"O que estão fazendo hoje em âmbito nacional, em propagada feita pelas empresas, é dizer que a regulamentação da terceirização é boa para o Brasil, isso não é verdade. Vai precarizar o serviço e o sistema de trabalho no Brasil. O que eles querem é maximizar os lucros deles, em detrimento dos salários dos trabalhadores", disse ele.

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Renê Vicente dos Santos, vice-presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), disse que a terceirização será prejudicial aos trabalhadores. "O projeto vai precarizar as condições de trabalhao, retirar os direitos que temos hoje garantidos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Temos uma preocupação muito grande", disse.

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