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Sob investigação da PF, Bolsonaro evita comentários no dia da ditadura militar

Apesar das evidências históricas dos abusos e crimes cometidos durante a ditadura, Bolsonaro tem uma longa história de apoio ao regime

Jair Bolsonaro (Foto: REUTERS/Jonathan Ernst)
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247 - No 60º aniversário do golpe militar de 1964, Jair Bolsonaro (PL), conhecido por sua postura nostálgica em relação ao regime militar, optou por não se manifestar. Durante seu mandato presidencial, Bolsonaro frequentemente exaltou o golpe e o regime que se seguiu, mas permaneceu até a manhã desta segunda-feira (1). 

Atualmente, Bolsonaro é objeto de uma investigação conduzida pela Polícia Federal (PF), sob autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), focada na sua participação em uma tentativa de golpe de Estado. Em contraste com a postura de Bolsonaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu não comentar o aniversário do golpe, enquanto membros de seu governo expressaram posicionamentos. Paulo Pimenta, chefe da Secretaria de Comunicação, destacou a importância da defesa da democracia, mencionando que a esperança venceu o ódio.

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O golpe de Estado, iniciado em 31 de março de 1964 e concretizado com a deposição do presidente João Goulart em 2 de abril, marcou o início de mais de duas décadas de ditadura militar no Brasil. Este período foi marcado por autoritarismo, censura, perseguições, exílios, tortura e assassinatos.

Apesar das evidências históricas dos abusos e crimes cometidos durante a ditadura, Bolsonaro tem uma longa história de apoio ao regime. Desde sua época como deputado federal, ele fez declarações controversas, chegando a afirmar em 1999 que a ditadura "matou pouco". Em 2016, durante o golpe contra Dilma Rousseff, Bolsonaro dedicou seu voto ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, conhecido torturador durante o regime militar e apontado como o "pavor de Dilma Rousseff".

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A investigação da PF se aprofunda nas ações de Bolsonaro em torno das eleições presidenciais de 2022, examinando a tentativa de golpe de Estado com o objetivo de manter Bolsonaro no poder. Em 8 de fevereiro, a PF realizou operações para investigar os envolvidos nas tentativas de subverter o Estado Democrático de Direito. 

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