TCU deverá arquivar instigação de tráfico de influência de filho de ministro

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro pedirá, o arquivamento da investigação sobre o suposto tráfico de influência que teria sido praticado pelo advogado Tiago Cedraz , filho do também ministro do TCU Aroldo Cedraz;  investigações começaram em 2015, após o delator da Lava Jato Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, admitir ter efetuado pagamentos a Tiago para ter acesso a informações privilegiadas no TCU; Múcio, que é o corregedor do TCU, deverá pedir o arquivamento do processo "por ausência de provas"

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro pedirá, o arquivamento da investigação sobre o suposto tráfico de influência que teria sido praticado pelo advogado Tiago Cedraz , filho do também ministro do TCU Aroldo Cedraz;  investigações começaram em 2015, após o delator da Lava Jato Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, admitir ter efetuado pagamentos a Tiago para ter acesso a informações privilegiadas no TCU; Múcio, que é o corregedor do TCU, deverá pedir o arquivamento do processo "por ausência de provas"
Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro pedirá, o arquivamento da investigação sobre o suposto tráfico de influência que teria sido praticado pelo advogado Tiago Cedraz , filho do também ministro do TCU Aroldo Cedraz;  investigações começaram em 2015, após o delator da Lava Jato Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, admitir ter efetuado pagamentos a Tiago para ter acesso a informações privilegiadas no TCU; Múcio, que é o corregedor do TCU, deverá pedir o arquivamento do processo "por ausência de provas" (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Múcio Monteiro pedirá, nesta quarta-feira (22) o arquivamento da investigação sobre o suposto tráfico de influência que teria sido praticado pelo advogado Tiago Cedraz , filho do também ministro do TCU Aroldo Cedraz.

As investigações contra o advogado começaram em 2015, após o delator da Lava Jato Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, admitir ter efetuado pagamentos a Tiago para ter acesso a informações privilegiadas no TCU, além de conseguir decisão que favorecia a empresa em um processo sobre as obras de construção da usina de Angra 3. Tiago, o pai e o presidente do TCU, Raimundo Carreiro, que também foi citado na delação, negam as acusações.

Múcio, que é o corregedor do TCU, deverá pedir o arquivamento do processo "por ausência de provas", mas deverá ressaltar que a apuração poderá ser reaberta caso surjam fatos novos que justifiquem as investigações.

Apesar disso, o processo contra Cedraz continuará tramitando na esfera penal, uma vez que a Polícia Federal afirma existirem indícios de que Tiago exercia influência sobre os dois ministros e de que estes teriam se corrompido para favorecer a UTC.

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