"Tem que morrer igual barata, pô", diz Bolsonaro sobre morte de suspeitos por policiais

Jair Bolsonaro votou a defender a implantação de um sistema de excludente de ilicitude, que segundo ele garantiria “retaguarda jurídica” para agentes de segurança que façam uso de armas de fogo, como forma de reduzir “assustadoramente” a violência no Brasil. “Os caras vão morrer na rua igual barata, pô. E tem que ser assim”, disse

247 - Jair Bolsonaro votou a defender a implantação de um sistema de excludente de ilicitude, que segundo ele garantiria “retaguarda jurídica” - para agentes de segurança que façam uso de armas de fogo em operações como forma de reduzir “assustadoramente” a violência no Brasil. “Os caras vão morrer na rua igual barata, pô. E tem que ser assim”, disse Bolsonaro em entrevista ao canal da jornalista Leda Nagle, no You Tube. 

Segundo Bolsonaro, somente a sua “presença” e a do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, “dando exemplo”, já resultou na redução de 24% no número de assassinatos no primeiro trimestre. 

“Como cai mais? Está desequilibrado, o bandido tem mais direito do que o cidadão de bem. Eu estou mandando um projeto, que vai ter dificuldade de aprová-lo, mas não tem outra alternativa. Nós temos que dar uma retaguarda jurídica para as pessoas que fazem a segurança, policial civil, militar, federal, rodoviário. Em operação, o pessoal tem que usar aquela máquina que tem na cintura, ir para casa e no dia seguinte ser condecorado, não processado”, afirmou. 

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