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Temer faz reunião para discutir reformas trabahista e previdenciária

Michel Temer participa de reunião, neste domingo (16), em Brasília, com líderes da base aliada no Congresso e ministros para discutir os últimos ajustes dos projetos das reformas trabalhista e previdenciária, que irão ser apresentados às comissões especiais que tratam dos temas ainda nesta semana; previsão é que o relatório final sobre a reforma da Previdência seja apresentado pelo deputado Arthur Oliveira (PPS-BA) nesta terça-feira (18); votação da reforma Trabalhista antes da Previdência é encarada pelo governo como uma espécie de sinalização ao mercado financeiro de que ainda detém força suficiente no Congresso para fazer as reformas que alega serem necessárias

Michel Temer (Foto: Paulo Emílio)

247 - Michel Temer participa de reunião, neste domingo (16), em Brasília, com líderes da base aliada no Congresso e ministros para discutir os últimos ajustes dos projetos das reformas trabalhista e previdenciária, que irão ser apresentados às comissões especiais que tratam dos temas ainda nesta semana.

A previsão é que o relatório final sobre a reforma da Previdência seja apresentado à Comissão Especial da Câmara pelo deputado Arthur Oliveira (PPS-BA) nesta terça-feira (18). O documento, porém contém uma série de concessões feita pelo governo em relação a proposta original. Neste sábado, em entrevista à Band, Temer lamentou que o governo tivesse que fazer uma série de concessões para tornar o projeto mais palatável para parlamentares e pela população.

"Da forma que estávamos fazendo o projeto original daria para reduzir R$ 800 bilhões do déficit da previdência durante 10 anos. Do jeito que está talvez reduza em R$ 600 bilhões, R$ 550 bilhões", disse Temer durante a entrevista. Apesar das concessões e dos recuos em relação à proposta original, existe o temor de que a provação do texto seja difícil, o que tem levado o governo Temer a acelerar a reforma trabalhista, cujo relatório foi apresentado na última quarta-feira (12).

A votação da reforma Trabalhista antes da Previdência é encarada pelo governo como uma espécie de sinalização ao mercado financeiro de que ainda detém força suficiente no Congresso para fazer as reformas que alega serem necessárias.