Temer não dará um pio sobre massacre de Manaus

Embora até a ONU esteja cobrando explicações do Brasil sobre o massacre ocorrido num presídio em Manaus, que provocou a morte de 56 pessoas, Michel Temer decidiu que não falará a respeito; de acordo com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, mais da metade dos mortos não tinha ligação com qualquer facção criminosa; Temer não irá falar por avaliar que o problema é restrito a Manaus e não diz respeito ao governo federal

Embora até a ONU esteja cobrando explicações do Brasil sobre o massacre ocorrido num presídio em Manaus, que provocou a morte de 56 pessoas, Michel Temer decidiu que não falará a respeito; de acordo com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, mais da metade dos mortos não tinha ligação com qualquer facção criminosa; Temer não irá falar por avaliar que o problema é restrito a Manaus e não diz respeito ao governo federal
Embora até a ONU esteja cobrando explicações do Brasil sobre o massacre ocorrido num presídio em Manaus, que provocou a morte de 56 pessoas, Michel Temer decidiu que não falará a respeito; de acordo com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, mais da metade dos mortos não tinha ligação com qualquer facção criminosa; Temer não irá falar por avaliar que o problema é restrito a Manaus e não diz respeito ao governo federal (Foto: Gisele Federicce)

247 - Embora até a ONU esteja cobrando explicações do Brasil sobre o massacre ocorrido no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, o Compaj, em Manaus, que provocou a morte de 56 pessoas, Michel Temer decidiu que não falará a respeito.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do Globo. Leia a nota:

Temer não falará sobre rebelião

Foram 56 mortos na rebelião de ontem e Michel Temer calou-se. Calado ficou e calado ficará — exceto se os problemas se espalharem pelo Brasil.

O Planalto avalia que, por enquanto, o problema está restrito a Manaus. E, por isso, não cabe pronunciamento do presidente.

Temer chegou a cogitar a falar depois que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, fizesse um diagnóstico do caso, mas mudou de ideia e vai fingir que o governo não tem nada a ver com o ocorrido.

De acordo com Moraes, mais da metade dos mortos não tinha ligação com qualquer facção criminosa.

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