Temer pede mais prazo para responder perguntas da PF

Acuado pelas denúncias de corrupção, Michel Temer pediu mais prazo para responder por escrito aos 82 questionamentos feitos pela Polícia Federal no inquérito que corre contra ele por crimes de corrupção, obstrução à Justiça e organização criminosa no STF; Temer tem até o fim da tarde desta terça para decidir se responderá as perguntas ou se recorrerá ao direito de ficar em silêncio; advogados, porém, avaliam pedir prorrogação do prazo alegando que o tempo concedido de 24 horas é muito curto

Acuado pelas denúncias de corrupção, Michel Temer pediu mais prazo para responder por escrito aos 82 questionamentos feitos pela Polícia Federal no inquérito que corre contra ele por crimes de corrupção, obstrução à Justiça e organização criminosa no STF; Temer tem até o fim da tarde desta terça para decidir se responderá as perguntas ou se recorrerá ao direito de ficar em silêncio; advogados, porém, avaliam pedir prorrogação do prazo alegando que o tempo concedido de 24 horas é muito curto
Acuado pelas denúncias de corrupção, Michel Temer pediu mais prazo para responder por escrito aos 82 questionamentos feitos pela Polícia Federal no inquérito que corre contra ele por crimes de corrupção, obstrução à Justiça e organização criminosa no STF; Temer tem até o fim da tarde desta terça para decidir se responderá as perguntas ou se recorrerá ao direito de ficar em silêncio; advogados, porém, avaliam pedir prorrogação do prazo alegando que o tempo concedido de 24 horas é muito curto (Foto: Paulo Emílio)

Agência Brasil - A defesa do presidente Michel Temer pediu hoje (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo de 24 horas para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas. Ontem (5), a PF enviou à defesa do presidente os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente, na delação da JBS.

Na petição, os advogados informam que Temer estaria habilitado para responder às perguntas no final desta semana, na sexta-feira (9) ou no sábado (10).

“Em face da complexidade e da surpreendente quantidade dos quesitos formulados (82), entende-se ser absolutamente impossível e contrário ao princípio da razoabilidade exigir-se uma manifestação do Sr. Presidente da República no exíguo prazo de 24 (vinte e quatro) horas, lembrando-se que, para a sua elaboração, não foi consignado nenhum prazo”, argumenta a defesa.

Na semana passada, o ministro Edson Fachin, relator do inquérito, concedeu prazo de 24 horas, após o recebimento, para que o Temer possa responder às perguntas da PF sobre o áudio em que foi gravado em conversa com o empresário Joesley Batista, dono e delator da JBS. Segundo o ministro, o presidente tem o direito constitucional de não produzir provas contra si.

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