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Temer pode desmontar o ‘Mais Médicos’ e reduzi-lo à metade

"Alerto que, se não for votada até o dia 29 de agosto de 2016 a Medida Provisória 723/2016 da Presidenta Dilma, que prorrogou por 3 anos a atuação dos médicos estrangeiros no Programa Mais Médicos (13 mil num total de 18 mil médicos), 600 médicos terão que deixar de atender a população imediatamente e um total de 7 mil deixarão de atender até o final desde ano de 2016", diz o médico Heider Pinto, que atuou na gestão do SUS no âmbito federal, no Ministério da Saúde, atualmente é comandado pelo ministro Ricardo Barros (foto); assista ao vídeo

"Alerto que, se não for votada até o dia 29 de agosto de 2016 a Medida Provisória 723/2016 da Presidenta Dilma, que prorrogou por 3 anos a atuação dos médicos estrangeiros no Programa Mais Médicos (13 mil num total de 18 mil médicos), 600 médicos terão que deixar de atender a população imediatamente e um total de 7 mil deixarão de atender até o final desde ano de 2016", diz o médico Heider Pinto, que atuou na gestão do SUS no âmbito federal, no Ministério da Saúde, atualmente é comandado pelo ministro Ricardo Barros (foto); assista ao vídeo (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O médico Heider Pinto fez o que chamou de "alerta máximo: Programa Mais Médicos, em uma semana, pode ser desmontado e reduzido à metade".

"Alerto que, se não for votada até o dia 29 de agosto de 2016 a Medida Provisória 723/2016 da Presidenta Dilma, que prorrogou por 3 anos a atuação dos médicos estrangeiros no Programa Mais Médicos (13 mil num total de 18 mil médicos), 600 médicos terão que deixar de atender a população imediatamente e um total de 7 mil deixarão de atender até o final desde ano de 2016", disse ele no Facebook.

De acordo com o texto, "a Câmara e o Senado agora só têm uma semana para votar a MP por incompetência ou covardia do Governo Provisório de Temer e (Ricardo) Barros" - este último é o atual ministro da Saúde.

Assista ao vídeo:

Perfil

Mineiro, Heider Pinto formou-se médico em Pernambuco. Trabalhou como médico de família em Aracaju. Atuou na gestão do SUS no âmbito municipal (Aracaju), estadual (Bahia) e federal (Ministério da Saúde). Pós-graduado em Saúde Coletiva pela UFS (especialização) e UFRGS (Mestrado).