Temer: setores privilegiados impediram reforma da Previdência

Sem os votos necessários para conseguir aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer atribuiu o insucesso a resistência de "setores privilegiados da sociedade" às mudanças propostas; "Resolvemos enfrentar um tema central para o país, a reforma da Previdência, que foi combatida por setores privilegiados da sociedade, já que ela não se dirigia aos mais pobres. Ao contrário, os mais vulneráveis, que ganhavam até o teto da aposentadoria do setor privado, não tinham prejuízo nas propostas que fizemos", disse

Sem os votos necessários para conseguir aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer atribuiu o insucesso a resistência de "setores privilegiados da sociedade" às mudanças propostas; "Resolvemos enfrentar um tema central para o país, a reforma da Previdência, que foi combatida por setores privilegiados da sociedade, já que ela não se dirigia aos mais pobres. Ao contrário, os mais vulneráveis, que ganhavam até o teto da aposentadoria do setor privado, não tinham prejuízo nas propostas que fizemos", disse
Sem os votos necessários para conseguir aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer atribuiu o insucesso a resistência de "setores privilegiados da sociedade" às mudanças propostas; "Resolvemos enfrentar um tema central para o país, a reforma da Previdência, que foi combatida por setores privilegiados da sociedade, já que ela não se dirigia aos mais pobres. Ao contrário, os mais vulneráveis, que ganhavam até o teto da aposentadoria do setor privado, não tinham prejuízo nas propostas que fizemos", disse (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Sem os votos necessários para conseguir aprovar a reforma da Previdência, Michel Temer atribuiu o insucesso a resistência de "setores privilegiados da sociedade" às mudanças propostas.

"Resolvemos enfrentar um tema central para o país, a reforma da Previdência, que foi combatida por setores privilegiados da sociedade, já que ela não se dirigia aos mais pobres. Ao contrário, os mais vulneráveis, que ganhavam até o teto da aposentadoria do setor privado, não tinham prejuízo nas propostas que fizemos", disse Temer durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o chamado "Conselhão".

Temer também disse a proximidade das eleições de outubro também influenciou a aprovação da reforma. "Este é um ano eleitoral, complicadíssimo. Sendo ano eleitoral, eu compreendo perfeitamente que seja mais difícil votar a reforma da Previdência", observou.

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