'Temer tinha todos os motivos para ser investigado antes de virar presidente', diz procurador

Para o procurador da República Celso Três a Operação Lava Jato possui alguns mistérios que precisam ser explicados; "Temer tinha muitos elementos para ser investigado antes de ser presidente. Isso é inexplicável", destacou; um dos responsáveis pela investigação do caso do Banestado, na década de 1990, ele observa que "Janot imputou a Temer obstrução de Justiça e (chefia de) organização criminosa. Mas ele cita atos de corrupção que são anteriores ao mandato presidencial. Isso que é grave contra Janot. Enquanto a ex-presidente Dilma Rousseff estava no poder, Janot sequer abriu investigação contra Temer", observou

Para o procurador da República Celso Três a Operação Lava Jato possui alguns mistérios que precisam ser explicados; "Temer tinha muitos elementos para ser investigado antes de ser presidente. Isso é inexplicável", destacou; um dos responsáveis pela investigação do caso do Banestado, na década de 1990, ele observa que "Janot imputou a Temer obstrução de Justiça e (chefia de) organização criminosa. Mas ele cita atos de corrupção que são anteriores ao mandato presidencial. Isso que é grave contra Janot. Enquanto a ex-presidente Dilma Rousseff estava no poder, Janot sequer abriu investigação contra Temer", observou
Para o procurador da República Celso Três a Operação Lava Jato possui alguns mistérios que precisam ser explicados; "Temer tinha muitos elementos para ser investigado antes de ser presidente. Isso é inexplicável", destacou; um dos responsáveis pela investigação do caso do Banestado, na década de 1990, ele observa que "Janot imputou a Temer obstrução de Justiça e (chefia de) organização criminosa. Mas ele cita atos de corrupção que são anteriores ao mandato presidencial. Isso que é grave contra Janot. Enquanto a ex-presidente Dilma Rousseff estava no poder, Janot sequer abriu investigação contra Temer", observou (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Para o procurador da República Celso Três a Operação Lava Jato possui alguns mistérios que precisam ser explicados. "(O presidente Michel) Temer tinha muitos elementos para ser investigado antes de ser presidente. Isso é inexplicável", destaca. Um dos responsáveis pela investigação do caso do Banestado, na década de 1990, o procurador observa que o Brasil possui uma "impressionante independência" de investigações, apesar da troca de comando da Polícia Federal graças a influência de políticos denunciados.

Em entrevista ao jornal El País, Três criticou a forma de atuação do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot acerca da condução das denúncias contra Temer. "É evidente que o Ministério Público pode fazer mais de uma denúncia, mas não é ético fazê-lo. Se você fez isso ou aquilo, eu (procurador) devo pegar todos os elementos e apresentar uma acusação contra você (Janot fez duas denúncias contra Temer). Está provado hoje que Janot sabia, sim, da gravação da JBS. "O ex-procurador Marcello Miller deu a entender que o procurador-geral da República sabia disso", diz.

"Janot imputou a Temer obstrução de Justiça e (chefia de) organização criminosa. Mas ele cita atos de corrupção que são anteriores ao mandato presidencial. Isso que é grave contra Janot. Enquanto a ex-presidente Dilma Rousseff estava no poder, Janot sequer abriu investigação contra Temer", observou.

"Tinha gente processada e até presa com elementos que Temer já apresentava, como o caso da Engevix. Isso é inexplicável. Aí quando ele vai fazer? Quando ele se convence que não conseguiria um terceiro mandato. É inegável que Janot queria um terceiro mandato. Temer tinha muitos elementos para ser investigado antes de ser presidente. E não foi. Não tem nenhuma explicação para isso", completou em seguida..

Para o procurador, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), preso na Papuda, em Brasília, "é certamente um dos chefes de quadrilha, o que não exclui que Temer não seja. O fato dela dizer que ele é chefe não significa que não tenha outro".

Leia a íntegra da matéria.

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