Teori sobre Cunha: STF vai julgar denúncia antes de afastamento

Relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki disse esperar que a situação do presidente da Câmara comece a ser analisada pelo tribunal no final deste mês; ele não descartou a possibilidade de a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha e o pedido de afastamento do deputado serem discutidos na mesma sessão, mas afirmou que a denúncia tem prioridade

Relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki disse esperar que a situação do presidente da Câmara comece a ser analisada pelo tribunal no final deste mês; ele não descartou a possibilidade de a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha e o pedido de afastamento do deputado serem discutidos na mesma sessão, mas afirmou que a denúncia tem prioridade
Relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki disse esperar que a situação do presidente da Câmara comece a ser analisada pelo tribunal no final deste mês; ele não descartou a possibilidade de a denúncia da Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha e o pedido de afastamento do deputado serem discutidos na mesma sessão, mas afirmou que a denúncia tem prioridade (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta terça-feira 2 que a denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deverá ser analisada antes do pedido de afastamento do deputado.

Teori disse esperar que a situação de Cunha comece a ser analisada pelo tribunal no final deste mês. Ele não descartou a possibilidade de os dois casos sejam discutidos na mesma sessão no STF, mas afirmou que a denúncia da Procuradoria Geral da República, ligada ao esquema de propina da Petrobras, tem prioridade.

Cunha é acusado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Na denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o deputado é acusado de receber US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sonda da Petrobras. Se os ministros do Supremo acolherem a denúncia, Cunha passa a ser réu.

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