Thomaz Bastos tentou acordo "imoral" com MP

Proposta apresentada ao Ministério Público, costurada pelo ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, que advoga para a Odebrecht e a Camargo Corrêa, previa o perdão judicial, em troca de um acordo de leniência; "Todos se reuniram conosco ao mesmo tempo. Expuseram suas propostas. Nós as ouvimos. E dissemos obrigado, mas não", disse um dos investigadores, que falou em proposta imoral e sem base legal; multa chegaria a R$ 1,2 bilhão  

Proposta apresentada ao Ministério Público, costurada pelo ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, que advoga para a Odebrecht e a Camargo Corrêa, previa o perdão judicial, em troca de um acordo de leniência; "Todos se reuniram conosco ao mesmo tempo. Expuseram suas propostas. Nós as ouvimos. E dissemos obrigado, mas não", disse um dos investigadores, que falou em proposta imoral e sem base legal; multa chegaria a R$ 1,2 bilhão

 
Proposta apresentada ao Ministério Público, costurada pelo ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, que advoga para a Odebrecht e a Camargo Corrêa, previa o perdão judicial, em troca de um acordo de leniência; "Todos se reuniram conosco ao mesmo tempo. Expuseram suas propostas. Nós as ouvimos. E dissemos obrigado, mas não", disse um dos investigadores, que falou em proposta imoral e sem base legal; multa chegaria a R$ 1,2 bilhão   (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O ex-ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, tentou costurar um acordo, em nome de algumas empreiteiras, que foi considerado "imoral" pelo Ministério Público.

É o que informa o jornalista André Guilherme Vieira, em reportagem para o Valor (leia aqui). Advogado da Camargo Corrêa e da Odebrecht, Thomaz Bastos pediu o perdão judicial, em troca de um acordo de leniência.

"Todos se reuniram conosco ao mesmo tempo. Expuseram suas propostas. Nós as ouvimos. E dissemos obrigado, mas não", disse um dos investigadores.

Um dos advogados da Camargo Corrêa, Celso Vilardi, confirmou o pedido. "Buscávamos um acordo. Mas o Ministério Público não o quis." Para integrantes do MP, proposta de Thomaz Bastos, além de "imoral", não tinha base legal.

A multa, segundo apurou o Valor, chegaria a R$ 1,2 bilhão.

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