Tijolaço: Aécio depõe discretamente. Por que Lula não teve mesmo tratamento?

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, questiona o tratamento diferenciado entre o ex-presidente Lula e o senador Aécio Neves; ambos depuseram à Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, mas em condições adversas; 'Qual é a razão de um ter sido chamado a depor, com toda a recomendável discrição que se deve ter em relação a uma figura pública e o outro ter sido arrastado por uma escolta armada para uma sala de aeroporto, convertida em sala de interrogatório até agora por razões nada esclarecidas', questiona Brito

Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, questiona o tratamento diferenciado entre o ex-presidente Lula e o senador Aécio Neves; ambos depuseram à Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, mas em condições adversas; 'Qual é a razão de um ter sido chamado a depor, com toda a recomendável discrição que se deve ter em relação a uma figura pública e o outro ter sido arrastado por uma escolta armada para uma sala de aeroporto, convertida em sala de interrogatório até agora por razões nada esclarecidas', questiona Brito
Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, questiona o tratamento diferenciado entre o ex-presidente Lula e o senador Aécio Neves; ambos depuseram à Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, mas em condições adversas; 'Qual é a razão de um ter sido chamado a depor, com toda a recomendável discrição que se deve ter em relação a uma figura pública e o outro ter sido arrastado por uma escolta armada para uma sala de aeroporto, convertida em sala de interrogatório até agora por razões nada esclarecidas', questiona Brito (Foto: Romulo Faro)

247 - Jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, questiona o tratamento diferenciado entre o ex-presidente Lula e o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). Ambos depuseram à Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Mas com uma diferença: Lula foi retirado de sua casa pela PF, com grande estardalhaço da mídia, enquanto que Aécio foi à sede da corporação de forma para lá de discreta. 

'Qual é a razão de um ter sido chamado a depor, com toda a recomendável discrição que se deve ter em relação a uma figura pública e o outro ter sido arrastado por uma escolta armada para uma sala de aeroporto, convertida em sala de interrogatório até agora por razões nada esclarecidas. Ou melhor, totalmente esclarecidas pelo próprio espalhafato e pela intenção sugerida de estar-se preparando sua oda à República de Curitiba?', questiona Brito.

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