Por Fernando Brito, do Tijolaço – Nem a minha ingênua avozinha acreditaria que a licença de Sérgio Moro do Ministério da Justiça – oficialmente de 15 a 19 de julho, na prática do dia 12 ao 22 – é mesmo para tratar de “assuntos particulares”.
Porque coincide, claro, com o período “chapa quente” em que Moro se encontra, que vai se aquecer mais com a provável divulgação, a partir desta semana, com a parte mais comprometedora dos arquivos em poder do The Intercept, possivelmente com a divulgação dos áudios que possuem, segundo adiantou o colunista de Veja Ricardo Noblat.
Moro mandou dizer, pelos seus porta-vozes de O Bolsonarista, que “não tem medo do que eles têm”, referindo-se à equipe de Glenn Greenwald e de seus parceiros Veja e Folha.
Algo estranho, para quem só tem como defesa a história do hacker e a alegação de que as mensagens não são verdadeiras, o que já não convence ninguém.
Alguém precisa avisar ao Dr. Moro que a leitura é que que ele está se escafedendo do que vem por aí.
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