Tribunal de Contas aponta megafraude no auxílio emergencial da pandemia

O Tribunal de Contas da União detecta irregularidade no pagamento de auxílio emergencial a 8,1 milhões de pessoas

Pessoas na fila da Caixa para resgatar o Auxílio Emergencial, Jair Bolsonaro e Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa
Pessoas na fila da Caixa para resgatar o Auxílio Emergencial, Jair Bolsonaro e Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa (Foto: Djalma Vassão/FotosPublicas | Leonardo Sá/Ag. Senado | Marcos Corrêa/PR)
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247 - Mais de 8 milhões de pessoas podem ter recebido irregularmente o auxílio emergencial de R$ 600, segundo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU).

O auxílio emergencial é destinado a trabalhadores informais, autônomos, microempreendedores e desempregados que ficaram sem renda durante a pandemia do novo coronavírus. Por outro lado, 2,3 milhões de cidadãos que estão no Cadastro Único de programas sociais podem ter sido excluídos mesmo fazendo jus ao benefício, informa O Estado de S.Paulo.

O relatório de acompanhamento do auxílio emergencial deve ser apreciado nesta quarta-feira (3) pelo plenário da Corte de Contas, com uma série de recomendações ao governo federal para aprimorar a gestão do programa e evitar o pagamento irregular de benefícios.

De acordo com a reportagem, brasileiros vivendo no exterior estão recebendo o auxílio emergencial. Jovens militares das Forças Armadas, dependentes de famílias beneficiárias de programas sociais também foram contemplados.

Pelas contas dos auditores, 21,2 milhões de cidadãos deveriam obter a ajuda por meio do aplicativo ou site da Caixa Econômica Federal. No entanto, o número de concessões foi bem maior, de 29,3 milhões. Por outro lado, o TCU previa 13,1 milhões de cadastrados no CadÚnico fora do Bolsa Família como beneficiários, mas o número efetivo foi de 10,8 milhões.

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