UFMS também terá disciplina sobre o golpe

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento de universidades públicas brasileiras, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a disciplina sobre o Golpe de 2016 e a crise da democracia no Brasil; matéria será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na grade como opcional e não apenas os acadêmicos do curso poderão assistir às aulas, mas sim qualquer pessoa interessada

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento de universidades públicas brasileiras, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a disciplina sobre o Golpe de 2016 e a crise da democracia no Brasil; matéria será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na grade como opcional e não apenas os acadêmicos do curso poderão assistir às aulas, mas sim qualquer pessoa interessada
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento de universidades públicas brasileiras, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a disciplina sobre o Golpe de 2016 e a crise da democracia no Brasil; matéria será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na grade como opcional e não apenas os acadêmicos do curso poderão assistir às aulas, mas sim qualquer pessoa interessada (Foto: Aquiles Lins)

247 - A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) aderiu ao movimento de universidades públicas brasileiras, deflagrado na UnB, e também irá oferecer a disciplina sobre o Golpe de 2016 e a crise da democracia no Brasil.

Matéria será oferecida pelo departamento de Filosofia da UFMS e o seu conteúdo entrará na grade como opcional e não apenas os acadêmicos do curso poderão assistir às aulas, mas sim qualquer pessoa interessada.

Para os interessados, o coordenador do curso da UFMS, Stefan Vasilev Krastanov, explicou que basta procurar a coordenação do curso de filosofia e candidatar-se a assistir orientações da matéria. "Vai ter divulgações ainda e a gente espera bastante público", finalizou.

Antes da UFMS, várias universidades já acompanharam a UnB na oferta da disciplina sobre o golpe de 2016, como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Em outras cinco instituições, professores também se manifestaram a favor da criação de cursos que caracterizam o impeachment de Dilma, em 2016, como "golpe", mas elas ainda não avaliaram as propostas. São elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de São João del-Rey (UFSJ).

Confira aqui a grade e os textos da disciplina sobre o Golpe de 2016, idealizado pelo professor Luis Felipe Miguel. 

 

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