UNE e MST apoiam nomeação de Lula

Carina Vitral, presidente da UNE, vê a nomeação de Lula como algo positivo; "Acho que a entrada de Lula fortalece o governo e isso é bom para o país. A crise econômica só avança com essa paralisia no país", diz; João Pedro Stedile, presidente do MST, espera que a ida de Lula ao governo "barre os setores que querem o impeachment"; "Claro que a pequena burguesia, que foi à rua domingo (13), é reacionária, tem raiva de pobre e não aceita medidas a favor dos pobres, não vai mudar de opinião", diz

Carina Vitral, presidente da UNE, vê a nomeação de Lula como algo positivo; "Acho que a entrada de Lula fortalece o governo e isso é bom para o país. A crise econômica só avança com essa paralisia no país", diz; João Pedro Stedile, presidente do MST, espera que a ida de Lula ao governo "barre os setores que querem o impeachment"; "Claro que a pequena burguesia, que foi à rua domingo (13), é reacionária, tem raiva de pobre e não aceita medidas a favor dos pobres, não vai mudar de opinião", diz
Carina Vitral, presidente da UNE, vê a nomeação de Lula como algo positivo; "Acho que a entrada de Lula fortalece o governo e isso é bom para o país. A crise econômica só avança com essa paralisia no país", diz; João Pedro Stedile, presidente do MST, espera que a ida de Lula ao governo "barre os setores que querem o impeachment"; "Claro que a pequena burguesia, que foi à rua domingo (13), é reacionária, tem raiva de pobre e não aceita medidas a favor dos pobres, não vai mudar de opinião", diz (Foto: Valter Lima)

247 - Dirigentes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) comemoraram a nomeação do ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil.

Carina Vitral, presidente da UNE, vê a nomeação de Lula como algo positivo. "Acho que a entrada de Lula fortalece o governo e isso é bom para o país. A crise econômica só avança com essa paralisia no país", diz.

"A reação da oposição é uma iniciativa de quem torce para que o governo dê errado", aponta Vitral. "FHC, por exemplo, gostaria de estar no lugar do Lula, mas, felizmente, o PSDB perdeu as eleições".

João Pedro Stedile, presidente do MST, espera que a ida de Lula ao governo "barre os setores que querem o impeachment". "Claro que a pequena burguesia, que foi à rua domingo (13), é reacionária, tem raiva de pobre e não aceita medidas a favor dos pobres, não vai mudar de opinião", diz.

"Mas a presença do Lula no governo e a mudança na política econômica vai sinalizar que o governo vai corrigir seu rumo e evitar que setores vacilantes dentro do PMDB e de outros partidos embarquem no golpe. Até porque todos sabem que a saída de Dilma não resolveria os problemas do país", complementou.

A nomeação de Lula para a Casa Civil, em sua opinião, "pode colocar panos quentes nesse tensionamento para que tenhamos mais três anos de governo".

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