“Velha política ameaça a Lava Jato”, diz Transparência Internacional

Para o presidente da Transparência Internacional, organização voltada ao combate à corrupção de influência mundial, José Ugaz, "na ausência de novas lideranças, existe um risco real de que a velha política consiga sabotar os avanços da luta contra a corrupção"; questionado sobre ministros do governo interino de Michel Temer citados na Lava Jato, afirma que, “lamentavelmente, não vemos melhora substancial com a mudança de autoridade no mais alto nível, e isso mostra um problema de corrupção estrutural”; ele cita ainda um agravante: "Há sinais preocupantes de desmobilização da cidadania"

Para o presidente da Transparência Internacional, organização voltada ao combate à corrupção de influência mundial, José Ugaz, "na ausência de novas lideranças, existe um risco real de que a velha política consiga sabotar os avanços da luta contra a corrupção"; questionado sobre ministros do governo interino de Michel Temer citados na Lava Jato, afirma que, “lamentavelmente, não vemos melhora substancial com a mudança de autoridade no mais alto nível, e isso mostra um problema de corrupção estrutural”; ele cita ainda um agravante: "Há sinais preocupantes de desmobilização da cidadania"
Para o presidente da Transparência Internacional, organização voltada ao combate à corrupção de influência mundial, José Ugaz, "na ausência de novas lideranças, existe um risco real de que a velha política consiga sabotar os avanços da luta contra a corrupção"; questionado sobre ministros do governo interino de Michel Temer citados na Lava Jato, afirma que, “lamentavelmente, não vemos melhora substancial com a mudança de autoridade no mais alto nível, e isso mostra um problema de corrupção estrutural”; ele cita ainda um agravante: "Há sinais preocupantes de desmobilização da cidadania" (Foto: Roberta Namour)

247 - Para o presidente da Transparência Internacional, organização voltada ao combate à corrupção de influência mundial, José Ugaz, "na ausência de novas lideranças, existe um risco real de que a velha política consiga sabotar os avanços da luta contra a corrupção".

Questionado em entrevista à “Folha de S. Paulo” sobre ministros do governo interino de Michel Temer citados na Lava Jato, afirma que, “lamentavelmente, não vemos melhora substancial com a mudança de autoridade no mais alto nível, e isso mostra um problema de corrupção estrutural”.

Ele cita ainda um agravante: "Há sinais preocupantes de desmobilização da cidadania".

“O monitoramento contínuo da cidadania é fundamental, acompanhado de pressão por reformas estruturais. Do contrário, a frustração da população fomenta atitude generalizada de descrença, alienação e cinismo sobre a política, e isso põe em risco o sistema democrático”, diz (leia aqui).

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