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“Voto impresso é vacina para alegarem fraude em 2022”, diz Solnik

O jornalista Alex Solnik afirmou, durante participação no Bom dia 247, que a possibilidade de criação da comissão para debater o retorno do voto impresso nas eleições sinaliza o "desespero" dos bolsonaristas. "É uma vacina para eles alegarem fraude em 2022. Ah, não tem voto impresso daí nós perdemos... Já estão desesperados com a possibilidade da derrota", disse

“Voto impresso é vacina para alegarem fraude em 2022”, diz Solnik (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Pablo Valadares/Agência Câmara)

247 - O jornalista Alex Solnik avaliou, durante participação no Bom Dia 247 desta segunda-feira (19), que a declaração feita pela deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF), acerca da criação da comissão especial que vai debater a PEC sobre o voto impresso nas eleições, aponta o desespero da extrema-direita com a possibilidade de perder o pleito presidencial do próximo ano e funciona como uma “vacina para eles alegarem fraude em 2022”. 

“É uma vacina para eles alegarem fraude em 2022. Ah, não tem voto impresso daí nós perdemos.. já estão desesperados com a possibilidade da derrota. Está claro que na medida em que avança a pandemia, avança o número de mortos, e o governo se enfraquece, é claro que estão partindo para a derrota”, disse Solnik. 

“Então qual vai ser a justificativa para a derrota? Ah, foi a fraude porque não podemos comprovar, é voto eletrônico. Essa é a jogada do Bolsonaro. Agora, ela vai conseguir uma mudança na Constituição? Eu duvido que consiga”, completou. 

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