Zanin detalha a fragilidade da condenação de Lula

Em um vídeo explicativo, o advogado Cristiano Zanin Martins pontua todas as fragilidades do processo sobre o triplex do Guarujá, cujo recurso será julgado em segunda instância no TRF4 no dia 24 de janeiro; entre as fragilidades, que constam no recurso da defesa, estão a competência indevida do juiz Sergio Moro para julgar o caso, o cerceamento de defesa durante o julgamento em primeira instância, o uso da delação de Léo Pinheiro como prova; "A verdade é que o único resultado possível é o reconhecimento da inocência do ex-presidente Lula e do caráter e do caráter ilegítimo do processo", diz Zanin; assista

Em um vídeo explicativo, o advogado Cristiano Zanin Martins pontua todas as fragilidades do processo sobre o triplex do Guarujá, cujo recurso será julgado em segunda instância no TRF4 no dia 24 de janeiro; entre as fragilidades, que constam no recurso da defesa, estão a competência indevida do juiz Sergio Moro para julgar o caso, o cerceamento de defesa durante o julgamento em primeira instância, o uso da delação de Léo Pinheiro como prova; "A verdade é que o único resultado possível é o reconhecimento da inocência do ex-presidente Lula e do caráter e do caráter ilegítimo do processo", diz Zanin; assista
Em um vídeo explicativo, o advogado Cristiano Zanin Martins pontua todas as fragilidades do processo sobre o triplex do Guarujá, cujo recurso será julgado em segunda instância no TRF4 no dia 24 de janeiro; entre as fragilidades, que constam no recurso da defesa, estão a competência indevida do juiz Sergio Moro para julgar o caso, o cerceamento de defesa durante o julgamento em primeira instância, o uso da delação de Léo Pinheiro como prova; "A verdade é que o único resultado possível é o reconhecimento da inocência do ex-presidente Lula e do caráter e do caráter ilegítimo do processo", diz Zanin; assista (Foto: Gisele Federicce)

247 - Em um vídeo bastante didático, o advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, pontua todas as fragilidades do processo sobre o triplex do Guarujá, cujo recurso será julgado em segunda instância no TRF4, em Porto Alegre, no dia 24 de janeiro.

Entre as fragilidades destacadas por Zanin, que constam no recurso da defesa, estão a competência indevida do juiz Sergio Moro para julgar o caso, uma vez que não há recursos da Petrobras no apartamento, o que caracterizaria o caso como parte da Lava Jato; o cerceamento de defesa durante o julgamento em primeira instância; e o uso da delação de Léo Pinheiro como prova, sendo que delações precisam ser provadas.

"A verdade é que o único resultado possível é o reconhecimento da inocência do ex-presidente Lula e do caráter e do caráter ilegítimo do processo", constata Zanin.

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