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eSIMs de viagem estão substituindo os chips tradicionais e os viajantes brasileiros são os que mais têm a ganhar

A cena é familiar para quase todo brasileiro que já viajou para o exterior.

Divulgação

Você desembarca em Lisboa, Orlando ou Buenos Aires, liga o celular e imediatamente enfrenta uma escolha: pagar taxas absurdas de roaming para a operadora no Brasil, perder uma hora procurando um chip local em um idioma que talvez não domine, ou simplesmente ficar sem dados até chegar ao Wi-Fi do hotel. Para milhões de brasileiros que viajam internacionalmente a cada ano, esse ritual frustrante tem sido uma parte inevitável da jornada.

Até agora. Uma tecnologia chamada eSIM está mudando rapidamente essa equação, e os viajantes brasileiros — que estão indo para o exterior em números recordes — estão entre os que mais têm a ganhar.

O que é um eSIM e por que isso importa?

Um eSIM, ou SIM embutido, é um chip digital integrado diretamente nos smartphones modernos. Diferente de um nano-SIM tradicional que precisa ser fisicamente inserido, um eSIM pode ser ativado remotamente com um plano de dados em minutos. Não há cartão plástico para trocar, nenhum clipe de papel para procurar na gaveta e nenhuma necessidade de visitar uma loja de telecomunicações em um país estrangeiro.

A tecnologia existe desde 2016, mas a adoção em larga escala só se acelerou nos últimos dois anos. A Apple removeu completamente a bandeja de SIM físico a partir do iPhone 14 nos Estados Unidos, e aparelhos topo de linha da Samsung, Google, Motorola e Xiaomi já suportam eSIM. Para os viajantes, as implicações são profundas: agora é possível desembarcar em qualquer destino importante com dados móveis já ativos, comprados e configurados antes mesmo do avião pousar.

Um problema crescente para os viajantes brasileiros

O mercado de viagens internacionais do Brasil disparou. A emissão de passaportes atingiu níveis recordes em 2025, e os corredores mais populares — São Paulo–Lisboa, Rio–Miami, Brasília–Buenos Aires — estão mais movimentados do que nunca. Destinos em Portugal, Estados Unidos, Argentina, Itália, Espanha e, cada vez mais, Japão e Coreia do Sul atraem números crescentes de visitantes brasileiros.

No entanto, manter-se conectado no exterior continua desproporcionalmente caro para os brasileiros. As grandes operadoras nacionais cobram taxas diárias de roaming que podem facilmente chegar a R$50–100 por dia para um uso modesto de dados. Em duas semanas de férias na Europa, isso soma mais de R$1.000 — dinheiro que poderia ser melhor gasto em experiências, refeições ou uma noite extra de hospedagem. Comprar um chip local em países como os Estados Unidos ou o Japão frequentemente exige verificação de identidade, navegar por lojas desconhecidas e lidar com barreiras linguísticas que tornam o processo estressante em vez de prático.

Os eSIMs de viagem eliminam esses pontos de atrito por completo. Um viajante saindo de São Paulo para o Porto, ou de Curitiba para Tóquio, pode comprar e ativar um plano de dados internacional de casa — em português, em um dispositivo familiar — e chegar conectado.

BazTel: feito para simplicidade e economia

Entre o número crescente de provedores de eSIM de viagem disputando esse mercado, a BazTel se destaca como uma opção notável, especialmente para viajantes que buscam economia. A empresa, fundada na Austrália, oferece planos de dados em mais de 160 países, com preços a partir de apenas US$1 — tornando-a uma das opções mais acessíveis disponíveis atualmente.

O que diferencia a BazTel de concorrentes como Airalo, Holafly e Saily é a simplicidade do processo de configuração. A maioria dos provedores de eSIM exige que os usuários escaneiem um QR code, baixem um aplicativo dedicado ou configurem manualmente as definições do aparelho — etapas que podem ser confusas, especialmente para viajantes menos familiarizados com tecnologia ou familiares mais velhos que acompanham a viagem. A BazTel adotou uma abordagem diferente com sua instalação em um clique pelo painel: os usuários compram o plano no site, clicam em um único botão e o eSIM é instalado diretamente no dispositivo. Sem QR code. Sem aplicativo. Sem conhecimento técnico necessário.

Para uma família brasileira se preparando para férias em Orlando ou um casal planejando um roteiro europeu por Lisboa, Madri e Roma, essa simplicidade se traduz em menos estresse durante um período pré-viagem já agitado. A configuração leva menos de dois minutos e funciona em iPhones, dispositivos Samsung Galaxy e na maioria dos smartphones compatíveis com eSIM.

Os destinos que mais importam

A cobertura da BazTel abrange os destinos mais frequentados pelos viajantes brasileiros. Portugal, o eterno favorito, é coberto com planos de dados acessíveis que mantêm os visitantes conectados desde o bairro da Alfama, em Lisboa, até a beira do rio Douro, no Porto. Os Estados Unidos — seja nos corredores de compras de Miami, nos museus de Nova York ou nos parques temáticos de Orlando — também são bem atendidos. Os planos cobrem ainda Argentina e Chile para quem explora destinos mais próximos, além de destinos de longa distância como Japão, Coreia do Sul e toda a Europa Ocidental.

Planos regionais que cobrem vários países em um único eSIM são especialmente valiosos para viajantes planejando roteiros com múltiplas paradas. Um mochileiro percorrendo Peru, Colômbia e México, ou um viajante a negócios transitando entre capitais europeias, pode permanecer conectado com um único plano sem precisar comprar chips separados a cada fronteira.

Para onde o mercado está caminhando

O mercado de eSIM de viagem está crescendo rapidamente, impulsionado pela expansão da compatibilidade de dispositivos, pela redução dos custos de dados e pelo aumento da conscientização dos consumidores. Companhias aéreas, agências de viagem online e plataformas de reserva de hotéis estão começando a integrar a compra de eSIMs em seus fluxos de checkout, tornando a conectividade uma parte tão padrão do planejamento de viagem quanto passagens aéreas e seguro viagem.

Para os viajantes brasileiros especificamente, o momento é significativo. As oscilações do real frente ao dólar e ao euro tornam o controle de custos no exterior mais importante do que nunca. Cada economia conta — e eliminar cobranças de roaming de R$50–100 por dia em favor de um plano de eSIM pré-pago que custa uma fração desse valor é uma das formas mais simples de esticar o orçamento de viagem.

Conclusão

Os dias de desembarcar em um país estrangeiro e correr atrás de conectividade estão chegando ao fim. Os eSIMs de viagem representam uma mudança real na forma como as pessoas se mantêm conectadas no exterior — mais rápido, mais barato e com muito menos complicação do que qualquer solução anterior.

Para os milhões de brasileiros que viajam ao exterior a cada ano, provedores como a BazTel (baztel.co) oferecem um ponto de entrada acessível: planos econômicos em mais de 160 países, um processo de configuração que leva minutos e a tranquilidade de desembarcar já conectado. Em uma era em que um celular funcionando é tão essencial para viajar quanto o passaporte, isso não é pouca coisa.