Anvisa autoriza oxigênio de menor pureza ao Amazonas

O teor de pureza dos cilindros autorizados é de 95%, sendo que antes a taxa era de 99%. O produto chegará a Manaus por meio de carretas venezuelanas

Homens das Forças Armadas carregam avião com cilindros de oxigênio para tratar a covid-19 em Manaus.
Homens das Forças Armadas carregam avião com cilindros de oxigênio para tratar a covid-19 em Manaus. (Foto: Divulgação/Forças Armadas)
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247 - A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou o uso nos hospitais do Amazonas de cilindros de oxigênio com teor de pureza de 95%, ao invés dos 99% costumeiros. 

A White Martins, empresa brasileira que fornece os cilindros ao estado, "se comprometeu a viabilizar o fornecimento do produto por meio de carretas vindas da Venezuela", afirma uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR), conforme reportado no Estado de Minas.

A medida vem após um esforço coletivo entre o órgão, a Anvisa, o Ministério da Saúde, as Forças Armadas e a White Martins.

Duas condições foram impostas à empresa. Primeiro, que a pureza correta do produto fosse informada aos profissionais de saúde e, segundo, que a distribuição fosse encerrada "assim que a situação for normalizada".

Outro carregamento com 4 mil metros cúbicos do gás saiu do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, nesta quinta (14).

Além destas medidas, o governo do estado requisitou "eventual estoque ou produção de oxigênio" às fábricas localizadas no Polo Industrial de Manaus, conforme reportado na BBC News.

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