Brasil não sustenta queda na transmissão de coronavírus, aponta cálculo

De acordo com o centro de doenças transmissíveis do Imperial College, a taxa de transmissão (Rt) brasileira para a semana que começou neste domingo (25) é 1. Na semana anterior, o índice do País desceu pela primeira vez em quatro meses abaixo de 1

Pessoas com máscaras de proteção contra o coronavírus em região comercial de São Paulo (SP)
Pessoas com máscaras de proteção contra o coronavírus em região comercial de São Paulo (SP) (Foto: REUTERS/Amanda Perobelli)
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247 - Referência em acompanhamento de epidemias, Imperial College afirmou que a velocidade de contágio pelo coronavírus voltou a crescer no Brasil, depois de ter caído pela primeira vez desde abril a níveis de controle, na semana passada. De acordo com o centro de doenças transmissíveis da universidade britânica, a taxa de transmissão (Rt) brasileira para a semana que começou neste domingo (25) é 1, ou seja, cada infectado transmite a doença para uma pessoa, mantendo constante o contágio. Na semana anterior, o índice do País desceu pela primeira vez em quatro meses abaixo de 1, o que aponta diminuição da velocidade transmissão. O dado foi publicado no jornal Folha de S.Paulo

O Brasil é o segundo país do mundo com o maior número de confirmações (3,6 milhões) e mortes (116 mil) provocadas pela Covid-19, conforme dados da plataforma Worldometers, que disponibiliza dados globais acerca da pandemia. Só perde para os Estados Unidos, com 5,9 milhões de infectados e 182 mil óbitos. 

Na quinzena encerrada nesta terça-feira (25), o Brasil registrou 268 novos casos por 100 mil habitantes, uma queda de cerca de 7% na comparação com a quinzena encerrada há uma semana e de 8% em relação aos da quinzena terminada há duas semanas, mas ainda acima dos 257/100 mil contabilizados há um mês.

Na América do Sul, o Chile, que ficou oito semanas com a taxa de contágio em desaceleração, voltou a apresentar Rt = 1. Além do Brasil e do território chileno, são cinco os países do continente com transmissão fora de controle, informou o centro britânico. O maior Rt foi calculado para o Equador (1,32), seguido pelo Paraguai (1,27) e Argentina (1,12). Colômbia registrou 1,05 e Bolívia, 1,02. 

O Imperial College calcula a taxa de transmissão com base no número de mortes reportadas, porque o dado é menos sujeito a subnotificações que o de casos registrados.

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