Coronavírus: pacientes não infectados adiam a busca por atendimento em hospitais

Médicos de hospital da Zona Sul do Rio confirmaram uma redução de mais da metade dos atendimentos diários de emergência

Paciente chega de ambulância ao Brooklyn Hospital Center, em Nova York (EUA)
Paciente chega de ambulância ao Brooklyn Hospital Center, em Nova York (EUA) (Foto: REUTERS/Andrew Kelly)
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247 - O presidente da Confederação Nacional de Saúde, Breno Monteiro, responsável por hospitais, clinicas e laboratórios, estima uma taxa de ocupação de 40% a 50% para leitos clínicos e leitos de UTIs nas unidades privadas do país, e de até 80% dos espaços de laboratórios em desuso. A informação desta quinta (16) é do jornal O Globo.  

“A base do sistema é o médico, e muitos consultórios não estão funcionando. O que resta aberto, então, é o pronto-socorro. Mas as pessoas estão com medo de ir lá. Os pré-natais, o controle de doenças cardíacas e renais, da diabetes... Nada está sendo feito como deveria. Uma dor precordial, que seria um sinal de infarto, levaria a pessoa direto ao hospital, mas hoje a tendência é postergar. E isso pode resultar numa evolução muito ruim”, declarou Breno. 

O cenário é verificado na Zona Sul do estado do Rio de Janeiro, no Copa D’Or, onde médicos apontaram a redução de mais da metade de atendimentos diários na emergência, e os registros de atendimentos confirmaram a informação. 

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