'Dizer que o acontece aqui é por falta de tratamento precoce é muita sacanagem', diz coordenador de UTI em Manaus (vídeo)

O médico intensivista Anfremon Monteiro Neto relata que visita cerca de 50 pacientes por dia e "todos" eles fizeram uso de medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina, prescritos pelo suposto "tratamento precoce" exaltado por Bolsonaro e Pazuello

www.brasil247.com - Anfremon Monteiro Neto
Anfremon Monteiro Neto (Foto: Reprodução/Twitter)


247 - O médico intensivista e coordenador da UTI do Hospital Getúlio Vargas, em Manaus, Anfremon Monteiro Neto, publicou um vídeo em rede social relatando a situação do sistema de saúde da capital amazonense e condenando o discurso de Jair Bolsonaro e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, acerca do suposto "tratamento precoce" contra Covid-19.

Monteiro Neto diz que visita cerca de 50 pacientes com coronavírus por dia e que "todos" eles dizem ter usado os medicamentos prescritos pelo tal "tratamento precoce", como azitromicina, hidroxicloroquina e ivermectina.

Segundo ele, nenhum desses remédios ajudam na situação do paciente. O médico afirmou também que é preciso preparar o Brasil para a segunda onda da doença. “Não é falta de tratamento precoce. É sacanagem com a gente que trabalha aqui, que trabalha sério e está tentando fazer alguma coisa. Em vez de ficar fazendo manobras evasivas, o governo tem que preparar o país para a segunda onda. Se preparem, porque ela é devastadora, ela é cruel e vai levar muita gente".

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