Entenda como será a reunião da Anvisa que decidirá sobre uso emergencial das vacinas

Marcada para iniciar às 10h, a reunião contará com a presença de cinco integrantes da diretoria colegiada do órgão, responsáveis por tomar a decisão, e deve durar pelo menos cinco horas

(Foto: ABr)
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Sputnik Brasil - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou neste sábado (16) que a previsão de duração da reunião marcada para domingo (17) com o intuito de avaliar os pedidos de uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 deve durar pelo menos cinco horas.

Marcada para iniciar às 10h, a reunião contará com a presença de cinco integrantes da diretoria colegiada do órgão, responsáveis por tomar a decisão, e deve durar pelo menos cinco horas.

Neste domingo (17), os diretores vão analisar os pedidos para uso de duas vacinas contra a Covid-19 que foram testadas no Brasil: a CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e o imunizante da Fiocruz, desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca.

A reunião será transmitida ao vivo pela Empresa Brasil de Comunicação e pelo canal da Anvisa no YouTube.

Ao todo, 50 profissionais da agência estão envolvidos diretamente nas análises das vacinas.

A decisão da diretoria é feita por maioria simples, ou seja, de cinco diretores, três votos a favor ou contra definem o resultado.

Três áreas técnicas vão fazer uma apresentação prévia: a área de medicamentos, que avalia os estudos clínicos e de eficácia e segurança; a área de certificação de Boas Práticas de Fabricação, que verifica se os locais de fabricação da vacina têm condições adequadas; e a área de monitoramento de eventos adversos, que fiscaliza e investiga depois da vacinação se as pessoas tiveram alguma reação à vacina.

Após as apresentações, a diretora Meiruze Freitas, relatora dos pedidos, lê o voto e os diretores se posicionam dizendo se aprovam ou não o uso emergencial dos imunizantes. Os dois pedidos de uso emergencial são analisados de forma independente.  

Não há necessidade de publicação no Diário Oficial da União e a decisão passa a valer a partir do momento em que houver a comunicação oficial ao laboratório.

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