Flávio Dino diz que governo apresenta plano de vacinação inconsistente e demorou a entrar em contato com a Pfizer

Governador do Maranhão também criticou a guerra ideológica contra a vacina chinesa, afirmando que se Jair Bolsonaro não tivesse vetado a Coronavac em outubro, “nós não estaríamos nesse impasse”

www.brasil247.com - Flávio Dino e Jair Bolsonaro
Flávio Dino e Jair Bolsonaro (Foto: GOVMA | Marcos Corrêa/PR)


247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), disse que “não há consistência nas ações” discutidas pelo Ministério da Saúde para vacinar a população contra a Covid-19, ao falar sobre o “plano” de vacinação mal planejado do ministério, em entrevista à GloboNews.

Ele ainda disse que se Jair Bolsonaro não tivesse vetado, em outubro, a CoronaVac (vacina chinesa produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo), “nós não estaríamos nesse impasse”.

“O governo federal demorou muito a entrar em contato com a Pfizer”, afirmou Dino. O governador também disse que a preferência do governo federal pela vacina da AstraZeneca/Oxford “aparentemente está embaraçando a busca por outras alternativas”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre a disputa entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Dino comentou: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Acho que ele [Doria] está lutando porque tem o Instituto Butantan, e espero que a resposta do Ministério da Saúde não seja combater e derrotar o governo de São Paulo. O certo é buscar entendimento. O que não pode é o governo federal escolher uma vacina e descartar a vacina do Butantan por motivos ideológicos, eventualmente porque não gosta da China ou não gosta do Doria. Disso todo mundo tem direito, do que não tem direito é de sacrificar a saúde da população”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo federal avançou nas negociações com a Pfizer e já prevê receber 8,5 milhões de doses da vacina no primeiro semestre de 2021, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante reuniões com governadores nesta terça-feira, 8.

Segundo o ministro, o acordo em negociação, de 70 milhões de doses, ainda precisa ser detalhado. Está previsto, no entanto, que o valor por dose seja no máximo até o que será pago pelo Brasil dentro do consórcio Covax Facilities, organizado pela Organização Mundial da Saúde, que é de 9 a 11 dólares por dose.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Apoie o 247

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cortes 247

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
WhatsApp Facebook Twitter Email