Governadores se rebelam e podem formar consórcio para comprar vacina chinesa, isolando Bolsonaro

Diante da guerra deflagrada por Jair Bolsonaro contra a Coronavac, governadores avaliam se unir em um consórcio para financiar e distribuir a vacina, assim que houver a aprovação da Anvisa. Desafio seria encontrar financiamento para o projeto

Profissional de saúde segura caixa de potencial vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac durante testes em Porto Alegre
Profissional de saúde segura caixa de potencial vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac durante testes em Porto Alegre (Foto: REUTERS/Diego Vara)
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247 - Governadores e secretários de Saúde do País cogitam a possibilidade de se unirem em um consórcio, para financiar e distribuir a Coronavac, assim que houver a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Segundo o Estado de S. Paulo, a ideia ganha força diante da possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro ignorar a vacina contra a covid-19, hoje em desenvolvimento pelo laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantã, por causa de disputas políticas com o governador João Doria (PSDB) e o país de origem do imunizante.

A ideia ainda embrionária, porém, esbarra na dificuldade de se conseguir os recursos necessários para a realização do plano sem o apoio do governo federal. Representantes da gestão Doria pediram aporte de R$ 1,9 bilhão ao Ministério da Saúde no projeto, mas o valor total pode ser maior do que isso. 

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